1 Coríntios 15 Estudo: A Importância da Ressurreição

Em 1 Coríntios 15, Paulo fala sobre as evidências da ressurreição de Jesus Cristo. Ele apresenta as inúmeras testemunhas desse grande evento e argumenta sobre a sua importância para o cristianismo. Ele dá testemunho sobre a sua convicção e de alguns dos desafios que enfrentou enquanto pregava o Evangelho.

Sua motivação para isso, é que a exemplo da ressurreição de Jesus Cristo, nós semeamos no corpo natural para em seguida colhermos um corpo espiritual incorruptível.

Paulo encerra, falando sobre a iminente volta de Jesus. Tudo ocorrerá num piscar de olhos, ao soar da trombeta e então veremos o Senhor face a face.

Esboço de 1 Coríntios 15:

15.1 – 8: Evidências da morte e ressurreição de Jesus Cristo

15.9 – 17: A ressurreição de Jesus Cristo

15.18 – 29: Em Jesus Cristo todos são vivificados

15.30 – 34: A convicção de Paulo

15.35 – 49: O corpo natural e o corpo espiritual

15.50 – 58: O arrebatamento da Igreja

 

Paulo defende a ressurreição dos mortos

Paulo então se virou para considerar a alegação de alguns de que ninguém morto poderia experimentar a ressurreição corporal. Ele combateu esse princípio para que suas a fé da Igreja não fosse afetada.

Negar uma ressurreição corporal em princípio era negar a ressurreição de Cristo. Presumivelmente, alguns em Corinto haviam feito isso, e Paulo queria adverti-los e a outros sobre as graves consequências que resultariam de tal descrença (1 Coríntios 15:12,13).

Não menos importante dessas consequências foi o fato de que uma negação da ressurreição afeta o coração da mensagem do evangelho e o deixa sem vida. Se assim fosse, a fé dos Coríntios, por mais vital que fosse, seria inútil (kenē, “vazio”; cf. vv. 2, 10, 17), já que a morte continuaria vencendo.

Segundo, os apóstolos da igreja se tornariam charlatães grosseiros, já que sua mensagem uniformemente afirmava a verdade da ressurreição de Cristo (1 Coríntios 15: 15-16).

Terceiro, a salvação dos Coríntios seria apenas um estado mental sem correspondência com a realidade. Sua fé seria fútil (mataia, “sem resultados”; cf. kenē, “vazio”, nos versos 10, 14, eikē, “sem causa” ou “sem sucesso”, v. 2).

A Importância da ressurreição de Cristo

A ressurreição foi a validação de Deus que a redenção paga por Cristo na cruz foi aceita (Romanos 4:25). Sem a ressurreição, não haveria certeza da expiação e os coríntios permaneceriam em estado de alienação e pecado.

Quarto, se Cristo não fosse ressuscitado, os entes queridos entre os crentes coríntios que haviam morrido entraram não em êxtase, mas em perdição. O conceito pagão de um espírito libertado era uma mentira. Sem a ressurreição, o aguilhão da morte permaneceria, com duradoura penitência (cf. vv. 54-56).

Quinto, se não houvesse ressurreição, os pagãos estariam certos. A “loucura da cruz” (1:18) seria justamente isso, e homens como Paulo e os apóstolos que haviam sofrido pelo evangelho (4:9–13) eram dignos de pena.

Aqueles que viveram pelo prazer do momento estariam certos e os sacrifícios dos cristãos seriam apenas piadas cruéis e auto-infligidas (1 Coríntios 15:32).

 

Referências:

Lowery, D. K. (1985). 1 Corinthians. In J. F. Walvoord & R. B. Zuck (Orgs.), The Bible Knowledge Commentary: An Exposition of the Scriptures (Vol. 2, p. 542–543). Wheaton, IL: Victor Books.

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