1 Coríntios 16 Estudo: Instruções Sobre a Oferta

Em 1 Coríntios 16, Paulo dá instruções referentes a coleta na igreja de Corinto. Ela devia separada antecipadamente e entregue no domingo, para que quando ele chegasse já estivesse tudo separado.

Em seguida ele dá muitas instruções aos irmãos e relata que uma grande porta se abriu para o ministério, algo pelo qual ele demonstra gratidão.

Ele dá um destaque a pessoa de Estéfanas, seu primeiro fruto na Acaia e encerra o capítulo com algumas recomendações.

Esboço 1 Coríntios 16:

16.1 – 8: A coleta para o povo de Deus

16.9 – 14: Uma grande porta é aberta

16.15 – 24: O exemplo de Estéfanas e recomendações finais

 

Instruções para as ofertas

O fluxo do capítulo anterior, de um discurso prolongado sobre assuntos doutrinários até uma exortação conclusiva sobre a diligência prática, levou suavemente a uma discussão de uma expressão prática dessa – cuidar das necessidades dos outros e, em particular, dos necessitados em Jerusalém.

Neste momento apropriado, Paulo deu instruções aos coríntios (cf. 7:1) sobre uma proposta de coleta para o povo de Deus (1 Coríntios 16: 1) em Jerusalém (15:3).

Os coríntios aparentemente ouviram falar sobre a coleta através de membros das igrejas da Galácia, a mais antiga de todas as igrejas plantadas por Paulo (Atos 13: 14-14:23) em Derbe, Listra, Icônio e Antioquia da Pisídia. A instrução de Paulo para eles foi repetida para os coríntios.

Paulo nunca usou a palavra “dízimo” quando ele falou sobre o assunto, mesmo tendo dedicado tanta atenção a “oferta” do que qualquer outro escritor do Novo Testamento.

Ofertar deve ser uma prática semanal sistemática no domingo, quando a igreja se reúne. Dar também devia ser proporcional – de acordo com a renda do ofertante (cf. Atos 11:29).

A renda de alguns permitiria que eles dessem uma proporção maior, enquanto outros, devido a seus poucos recursos e outras restrições a eles, estariam limitados a contribuições menores.

A importância de ofertar

O importante era que ofertar é um ministério ligado a cada participante, independentemente de sua renda. Então, quando chegasse a hora de entregar as contribuições aos santos em Jerusalém, nenhuma coleta de última hora precisaria ser feita, e o presente poderia ser enviado de bom grado, não de má vontade (2 Co 9:5) – como seria verdade. se fosse espremido por apelos emocionais ou pressão pessoal.

A prática de Paulo em questões financeiras eram extremamente honestas. Ele não apenas evitou ofertas para si mesmo (cf. 9:12, 15), mas também, quando agiu para atender às necessidades dos outros, evitou o envolvimento direto no manejo do dom (1 Coríntios 16:3–4).

Ele preferiu que indivíduos das várias congregações contribuintes elegessem representantes para levar seu presente (cf. 2 Cor. 8:19-21) a quem ele poderia então acompanhar à apresentação.

 

Referências:

Lowery, D. K. (1985). 1 Corinthians. In J. F. Walvoord & R. B. Zuck (Orgs.), The Bible Knowledge Commentary: An Exposition of the Scriptures (Vol. 2, p. 546–547). Wheaton, IL: Victor Books.

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