Bíblia de Estudo Online Diego Nascimento

1 João 3 Estudo: Filhos de Deus e os Filhos do Diabo

Em 1 João 3, o apóstolo João nos ensina que agora, em Jesus Cristo, somos filhos de Deus. Contudo, a comprovação de que somos filhos de Deus se dá por meio da nossa obediência. Quem permanece amando a prática do pecado não é filho de Deus, é filho do Diabo, diz João.

Como é característico, ele aborda o tema do amor ao próximo. Qualquer cristão que não amar ao seu irmão, não nasceu de novo. A maior prova do amor é a atitude. A Escrituras exigem que o meu amor seja prático e não apenas verbal.

Procedendo dessa maneira teremos confiança diante de Deus. Quando o nosso coração nos acusar, saberemos que o Senhor Deus nos ouve e poderemos lhe apresentar nossa oração de forma confiante.

Esboço de 1 João 3:

1 João 3.1 – 6: Somos filhos de Deus

1 João 3.7 – 10: Os filhos de Deus e os filhos do Diabo

1 João 3.11 – 16: O amor ao próximo

1 João 3.17 – 19: A prova do amor é a atitude

1 João 3.20 – 24: Confiança diante de Deus

 

Maravilhosa Adoção

“Vejam como é grande o amor que o Pai nos concedeu: que fôssemos chamados filhos de Deus, o que de fato somos! Por isso o mundo não nos conhece, porque não o conheceu. Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que havemos de ser, mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, pois o veremos como ele é”. (1 João 3.1,2)

Ele mostra sua admiração pela graça que é a origem de uma concessão tão maravilhosa: “Vede (observai) quão grande amor nos tem concedido o Pai: que fôssemos chamados, efetivamente chamados (Ele que chama coisas que não são, e as faz ser o que elas não foram) filhos de Deus”.

O Pai adota todos os filhos do seu Filho. O Filho na verdade os chama e os torna seus irmãos; e por meio disso confere a eles o poder e dignidade de filhos de Deus.

O Pai eterno mostra um amor transigente e maravilhoso ao fazer de pessoas como nós seus filhos – nós que, por natureza, somos herdeiros do pecado, da culpa e do juízo de Deus.

Nós que pela prática somos filhos da corrupção, da desobediência e da ingratidão! É estranho que o Deus santo não se envergonha de ser chamado de nosso Pai e de nos chamar seus filhos!

O Mundo Não Conhece

Por essa razão o apóstolo infere a honra dos crentes acima do reconhecimento do mundo. Os incrédulos pouco conhecem a respeito deles. “Por isso (ou pelo que, por esse motivo) o mundo não nos conhece” (1 João 3.1).

O mundo quase não conhece a verdadeira alegria que os seguidores genuínos de Cristo sentem. Eles são expostos às calamidades comuns da terra e do tempo.

Todas as coisas acontecem a eles como a outros, ou melhor, eles estão sujeitos a uma aflição maior, pois com frequência têm motivos para dizer: “Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens” (1 Coríntios 15.19).

O mundo não-cristão, portanto, que anda de acordo com o que vê, não conhece sua dignidade, seus privilégios, os prazeres que eles possuem, nem para o que estão designados.

O mundo pouco sabe que essas pessoas pobres, modestas e menosprezadas são os protegidos do céu e serão os habitantes de lá em breve. O mesmo havia acontecido com o seu Senhor, que também era desconhecido aqui: “…porque não conhece a ele”.

Em Carne e Osso

O mundo não lembra que uma grande pessoa residiu nesta terra; sim, o Criador habitou nela. Os judeus não perceberam que o Deus de Abraão, Isaque e Jacó era um dos seus e habitou em seu próprio país.

Ele veio aos seus e os seus não o receberam. Ele veio aos seus e os seus o crucificaram; mas, certamente, “…se o conhecessem, nunca crucificariam ao Senhor da glória” (1 Coríntios 2.18).

Que os seguidores de Cristo se contentem com uma passagem difícil aqui, já que estão em uma terra de estrangeiros, entre pessoas que pouco os conhecem, sendo que seu Senhor foi assim tratado antes deles. (Henry, Matthew, Comentário de Atos a Apocalipse)

Sobre o autor | Website

Diego Nascimento é membro da Primeira Igreja Batista de João Pessoa, e estudante de Teologia. Seu amor por Jesus e pela Bíblia o inspirou a fundar esse site.

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5 Comentários

  1. PB. jo Oliveira Góes disse:

    Apaz do senhor amado quero parabenizar pelos estudos .muito bons q o senhor continui te usando grandemente.

  2. Sônia Souza. disse:

    Ola. Eu tenho una dúvida. Estou lendo primeira João, e nos versículos 20 e 21 fala que o coração pode nos acusar.
    Como isso pode acontecer?? Como nos sentimos acusados pelo coração???
    Grata.

    • Essa acusação é o seguinte: muitas vezes quando erramos e buscamos o perdão de Deus, somos perdoados por ele. Contudo, continuamos a nos sentir mal com a nossa atitude. Esse sentimento normalmente é seguido de acusações do tipo: “você não presta”, “você não merece ser cristão”, “você sempre faz isso”.

      A grande diferença entre o convencimento do Espírito e a acusação, está na misericórdia. Quando ele nos convence de pecado não o faz por meio de acusações, mas de conclusões. Ele nos leva a analisar nosso comportamento diante de Deus e por meio das escrituras nos convence.

      No caso do coração acusador ou o Diabo, ele continua nos acusando mesmo após o pedido de perdão e sem nenhuma misericórdia. Não há compaixão, apenas a clara intenção de magoar e ferir.

      Espero que tenha esclarecido.

  3. Dina Teco disse:

    Obrigada mais uma vez aprendi como ter um compromisso com Deus ,com sua obra e sua palavra q Deus vos abencoe p sempre

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