Cadastre seu e-mail e faça parte da nossa comunidade online e tenha acesso a conteúdo exclusivo.

Bíblia de Estudo Online Diego Nascimento

1 Pedro Estudo: Primeira Epístola de Pedro

A carta de 1 Pedro é considerada uma mensagem de alegre esperança, a fim de levar o crente a ver a perspectiva divina e eterna da sua vida terrestre e prover orientação prática aos cristãos que se encontravam sob o fogo do sofrimento entre os pagãos.

O ensino de 1 Pedro procura evitar que os crentes não perturbem o governo sem necessidade, e sim que sigam o exemplo de Jesus no sofrimento, sendo inocente, mas portando-se com retidão e dignidade.

1 Pedro: Visão Geral

A carta de 1 Pedro começa lembrando os leitores de que têm uma vocação gloriosa e uma herança celestial em Jesus Cristo, de que a sua fé e amor nesta vida estarão sujeitos a provas e purificação e que isso resultará em louvor, glória e honra na vinda do Senhor.

Pedro lembra que esta salvação foi predita pelos profetas do Antigo Testamento e de que o crente deve viver uma vida santa, bem diferente do mundo ímpio ao seu redor.

Os crentes, escolhidos e santificados são crianças em crescimento que precisam do puro leite da Palavra, são pedras vivas em que estão sendo edificadas como casa espiritual e peregrinos, caminhando em terra estranha; devem viver de modo honroso e humilde no seu trato com todas as pessoas durante a sua peregrinação.

Capítulos

Capítulo 1: Esperança Viva e a Graça

Capítulo 2: Pedra Angular e Geração Eleita

Capítulo 3: Conselhos para Homens e Mulheres

Capítulo 4: A Vontade de Deus e o Sofrimento

Capítulo 5: Humilhação Diante de Deus

Faça parte da nossa comunidade online e tenha acesso a conteúdo exclusivo.

 

Quem Era Pedro?

Temos registradas no Cânon das Escrituras duas epístolas escritas por Pedro, um dos mais eminentes apóstolos de Jesus Cristo, e cujo caráter brilha forte à medida que é descrito nos quatro Evangelhos e nos Atos dos Apóstolos.

Mas, como é descrito pelos papistas e por autores antigos, representa uma pessoa de orgulho e ambição extravagantes. Temos certeza, à luz das Escrituras, que Simão Pedro foi um dos primeiros entre os que foram chamados pelo nosso Senhor para ser seus discípulos e seguidores,

Ele era uma pessoa com excelentes dons, tanto naturais quanto dons da graça, com grandes talentos e eloquência vívida, rápido para aprender e ousado para executar tudo que sabia que era seu dever.

Quando o nosso Salvador chamou os seus apóstolos e lhes deu sua comissão, Ele o nomeou primeiro na lista; e pelo seu comportamento para com ele, parece que o Senhor o distinguiu como um dos favoritos entre os doze.

Muitos exemplos da afeição do nosso Senhor por ele, tanto durante a sua vida quanto depois da sua ressurreição, estão registrados. Mas há muitas coisas afirmadas com tanta confiança acerca desse homem sagrado que são francamente falsas.

Não é Verdade

Como, por exemplo, que ele possuía primazia e poder superior sobre o restante dos apóstolos; que ele era mais do que um semelhante a eles; que ele era o príncipe deles, o monarca e soberano; e que ele exercia uma jurisdição sobre todo o colégio dos apóstolos.

Além disso, afirmam que ele tornou-se o pastor exclusivo e universal de todo o mundo cristão, o único vigário de Cristo na terra que ele foi durante mais de vinte anos bispo de Roma.

Que os papas de Roma sucederam-no, e derivam dele supremacia e jurisdição universais sobre todas as igrejas e cristãos sobre a terra; e que tudo foi assim em virtude das ordens e nomeações do nosso Senhor.

No entanto, Cristo nunca lhe deu preeminência alguma desse tipo, mas concretamente a proibiu, e estabeleceu preceitos no sentido contrário. Os outros apóstolos nunca consentiram com tal reivindicação.

Paulo fala de si mesmo: “…porque penso que em nada fui inferior aos mais excelentes apóstolos” (2 Coríntios 11.5; 12.11). Aqui não há nenhuma exceção para a dignidade superior de Pedro, a quem Paulo tomou a liberdade de acusar, e a quem resistiu “…na cara” (Gálatas 2.11).

E o próprio Pedro nunca assumiu uma coisa dessas, mas modestamente se considerou um “…apóstolo de Jesus Cristo”; e, quando escreve aos presbíteros da igreja, humildemente se coloca no mesmo nível deles: “Aos presbíteros que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles” (capítulo 5.1). (Henry, Matthew, Comentário de Atos a Apocalipse)

Sobre o autor | Website

Diego Nascimento é membro da Primeira Igreja Batista de João Pessoa, e estudante de Teologia. Seu amor por Jesus e pela Bíblia o inspirou a fundar esse site.

Para enviar seu comentário, preencha os campos abaixo:

Deixe uma resposta

*

Seja o primeiro a comentar!

Por gentileza, se deseja alterar o arquivo do rodapé,
entre em contato com o suporte.