Apocalipse - Bíblia de Estudo Online

Em Apocalipse 11 João continua o intervalo entre a sexta e a última trombeta e dá a descrição de duas testemunhas que são levantadas por Deus para profetizar sobre as nações, isto é, anunciar a Palavra de Deus sobre a Terra. Esta é a segunda parte referente ao rolo.

As duas testemunhas anunciarão as verdades de Deus, em meio a muita conflito, guerra e morte. Elas mesmas serão assassinadas em praça pública, mas serão ressuscitadas e levadas para o céu.

Há também, uma ordem para que João meça o Templo e o Altar.

Não se sabe ao certo a que isso se refere, mas há algumas suposições:

  1. Uma referência ao Templo de Jerusalém destruído em 70 d.C;
  2. Um templo literal que será reconstruído em Jerusalém antes da segunda volta de Jesus;
  3. A esperança de salvação aos judeus;
  4. Uma expressão figurada que vê o Templo como local onde os adoradores se reúnem.

Esboço de Apocalipse 11:

11.1,2: O Templo

11.3 – 6: O Poder das Duas Testemunhas

11.7 – 10: A Morte das Duas Testemunhas

11.11 – 14: A Ressureição das Duas Testemunhas

11.15 – 19: A Sétima Trombeta

Apocalipse 11.1,2: O Templo

1 Deram-me um caniço semelhante a uma vara de medir, e me disseram: Vá e meça o templo de Deus e o altar, e conte os adoradores que lá estiverem.

2 Exclua, porém, o pátio exterior; não o meça, pois ele foi dado aos gentios. Eles pisarão a cidade santa durante quarenta e dois meses.

Apocalipse 11.3 – 6: O Poder das Duas Testemunhas

3 Darei poder às minhas duas testemunhas, e elas profetizarão durante mil duzentos e sessenta dias, vestidas de pano de saco.

4 Estas são as duas oliveiras e os dois candelabros que permanecem diante do Senhor da terra.

5 Se alguém quiser causar-lhes dano, da boca deles sairá fogo que devorará os seus inimigos. É assim que deve morrer qualquer pessoa que quiser causar-lhes dano.

6 Estes homens têm poder para fechar o céu, de modo que não chova durante o tempo em que estiverem profetizando, e têm poder para transformar a água em sangue e ferir a terra com toda sorte de pragas, quantas vezes desejarem.

Apocalipse 11.7 – 10: A Morte das Duas Testemunhas

7 Quando eles tiverem terminado o seu testemunho, a besta que vem do Abismo os atacará. E irá vencê-los e matá-los.

8 Os seus cadáveres ficarão expostos na rua principal da grande cidade, que figuradamente é chamada Sodoma e Egito, onde também foi crucificado o seu Senhor.

9 Durante três dias e meio, gente de todos os povos, tribos, línguas e nações contemplarão os seus cadáveres e não permitirão que sejam sepultados.

10 Os habitantes da terra se alegrarão por causa deles e festejarão, enviando presentes uns aos outros, pois esses dois profetas haviam atormentado os que habitam na terra.

Apocalipse 11.11 – 14: A Ressurreição das Duas Testemunhas

11 Mas, depois dos três dias e meio, entrou neles um sopro de vida da parte de Deus, e eles ficaram em pé, e um grande terror tomou conta daqueles que os viram.

12 Então eles ouviram uma forte voz dos céus que lhes disse: “Subam para cá”. E eles subiram para os céus numa nuvem, enquanto os seus inimigos olhavam.

13 Naquela mesma hora houve um forte terremoto, e um décimo da cidade ruiu. Sete mil pessoas foram mortas no terremoto; os sobreviventes ficaram aterrorizados e deram glória ao Deus dos céus.

14 O segundo ai passou; o terceiro ai virá em breve.

Apocalipse 11.15 – 19: A Sétima Trombeta

15 O sétimo anjo tocou a sua trombeta, e houve fortes vozes nos céus que diziam: “O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre”.

16 Os vinte e quatro anciãos que estavam assentados em seus tronos diante de Deus prostraram-se sobre seus rostos e adoraram a Deus,

17 dizendo: Graças te damos, Senhor Deus todo-poderoso, que és e que eras, porque assumiste o teu grande poder e começaste a reinar.

18 As nações se iraram; e chegou a tua ira. Chegou o tempo de julgares os mortos e de recompensares os teus servos, os profetas, os teus santos e os que temem o teu nome, tanto pequenos como grandes, e de destruir os que destroem a terra.

19 Então foi aberto o santuário de Deus nos céus, e ali foi vista a arca da sua aliança. Houve relâmpagos, vozes, trovões, um terremoto e um grande temporal de granizo.

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