Bíblia de Estudo Online Diego Nascimento

Cânticos 2 Estudo: Amor e Reciprocidade

Em Cânticos 2, temos a figura de Cristo falando a respeito de si mesmo e também da sua igreja (v.v. 1,2). A igreja fala lembrando-se do prazer e da satisfação que tem na comunhão com Cristo (v.v. 3,4).

Alegrando-se com os sinais atuais da sua benevolência e tomando cuidado para que nada aconteça para interceptá-los (v.v. 5-7). Triunfando nas aproximações de Cristo para com ela (v.v. 8,9).

Repetindo os benevolentes chamados que Ele lhe tinha feito, para acompanhá-lo na caminhada, a convite dos prazeres da primavera que retornava (v.v. 10-13), a sair da sua obscuridade (v. 14) e a incumbência que Ele tinha dado aos servos, de destruir o que fosse prejudicial à sua vinha (v.15).

Alegrando-se no seu interesse nele (v. 16). Desejando ansiosamente a sua chegada (v. 17). Aqueles cujos corações estão cheios de amor por Cristo e esperança do céu, sabem o que significam estas coisas. (Henry, Matthew, Comentário dos Livros Poéticos)

Esboço de Cânticos 2:

Cânticos 2.1,2:  A Rosa de Sarom

Cânticos 2.3 – 7: O amor da Noiva pelo Noivo

Cânticos 2.8 – 13: Amor e reciprocidade

Cânticos 2.14 – 17: Mostre-me o seu rosto 

 

Cânticos 2.1,2:  A Rosa de Sarom

1 Sou uma flor de Sarom, um lírio dos vales.

2 Como um lírio entre os espinhos é a minha amada entre as jovens.

Cânticos 2.3 – 7: O amor da Noiva pelo Noivo

3 Como uma macieira entre as árvores da floresta é o meu amado entre os jovens. Tenho prazer em sentar-me à sua sombra; o seu fruto é doce ao meu paladar.

4 Ele me levou ao salão de banquetes, e o seu estandarte sobre mim é o amor.

5 Por favor, sustentem-me com passas, revigorem-me com maçãs, pois estou doente de amor.

6 O seu braço esquerdo esteja debaixo da minha cabeça, e o seu braço direito me abrace.

7 Mulheres de Jerusalém, eu as faço jurar pelas gazelas e pelas corças do campo: não despertem nem provoquem o amor enquanto ele não o quiser.

Cânticos 2.8 – 13: Amor e reciprocidade

8 Escutem! É o meu amado! Vejam! Aí vem ele, saltando pelos montes, pulando sobre as colinas.

9 O meu amado é como uma gazela, como um cervo novo. Vejam! Lá está ele atrás do nosso muro, observando pelas janelas, espiando pelas grades.

10 O meu amado falou e me disse: Levante-se, minha querida, minha bela, e venha comigo.

11 Veja! O inverno passou; acabaram-se as chuvas e já se foram.

12 Aparecem flores na terra, e chegou o tempo de cantar; já se ouve em nossa terra o arrulhar dos pombos.

13 A figueira produz os primeiros frutos; as vinhas florescem e espalham sua fragrância. Levante-se, venha, minha querida; minha bela, venha comigo.

Cânticos 2.14 – 17: Mostre-me o seu rosto

14 Minha pomba que está nas fendas da rocha, nos esconderijos, nas encostas dos montes, mostre-me seu rosto, deixe-me ouvir sua voz; pois a sua voz é suave e o seu rosto é lindo.

15 Apanhem para nós as raposas, as raposinhas que estragam as vinhas, pois as nossas vinhas estão floridas.

16 O meu amado é meu, e eu sou dele; ele pastoreia entre os lírios.

17 Volte, amado meu, antes que rompa o dia e fujam as sombras; seja como a gazela ou como o cervo novo nas colinas escarpadas.

Sobre o autor | Website

Diego Nascimento é membro da Primeira Igreja Batista de João Pessoa, e estudante de Teologia. Seu amor por Jesus e pela Bíblia o inspirou a fundar esse site.

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