Jó 25 Estudo: Deus vs Homem

A breve palestra da Bildade mostra que ele estava ficando sem argumentos para responder a Jó (Jó 25). Como Elifaz em seu terceiro discurso (cap. 22) e ao contrário de seus próprios discursos anteriores (capítulos 8; 18), Bildade não disse nada sobre as palavras ventosas de Jó.

A majestade de Deus, em contraste com a insignificância e iniquidade de todos os homens, não apenas de Jó e dos iníquos, é o tema deste discurso. Possivelmente este foi um último esforço para fazer Jó ver quão inútil é para um humano impuro tentar marcar uma audiência com o majestoso Deus.

Como Deus governa (tem domínio), ele deve ser respeitado (temor), e Jó, Bildade pode ter sugerido, não estava fazendo isso (Jó 25:1–3). Em Sua grandeza, Deus estabelece ordem ou harmonia no céu (assim Ele é justo; cf. 8:3).

Ele governa inúmeras forças, provavelmente se referindo a anjos (então Ele é onipotente). Também Sua luz (a luz do sol) permeia tudo, imaginando Sua onisciência. (1)

Esboço de Jó 25:

25.1 – 3: A soberania de Deus

25.4 – 6: A fragilidade do homem 

 

25.1 – 3: A soberania de Deus

1 Então Bildade, de Suá, respondeu:

2 O domínio e o temor pertencem a Deus; ele impõe ordem nas alturas, que a ele pertencem.

3 Seria possível contar os seus exércitos? E a sua luz, sobre quem não se levanta?

25.4 – 6: A fragilidade do homem

4 Como pode então o homem ser justo diante de Deus? Como pode ser puro quem nasce de mulher?

5 Se nem a lua é brilhante e nem as estrelas são puras aos olhos dele,

6 muito menos o será o homem, que não passa de larva, o filho do homem, que não passa de verme!

 

Referências:

Zuck, R. B. (1985). Job. In J. F. Walvoord & R. B. Zuck (Orgs.), The Bible Knowledge Commentary: An Exposition of the Scriptures (Vol. 1, p. 748). Wheaton, IL: Victor Books.

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