Jó - Bíblia de Estudo Online

Em Jó 26 vemos que o servo do Senhor faz uma descrição poética da glória de Deus e de Sua Soberania. Com isso, ele rejeita os argumentos apresentados por seus três amigos declarando que eles não sabem quem Deus é, e o que Ele faz. Que a sabedoria deles não passa de vento.

Em sua defesa, ele argumentou que não era perfeito, mas que não via em seus erros, algum que justificasse tamanha calamidade.

Jó faz questão de dizer que as palavras de seus amigos não dão alívio a ninguém. E questionou a procedência da inspiração para suas palavras.

Como cristãos, nossas palavras devem ter o poder de edificar a vida das pessoas. Se elas estiverem fundamentadas na Palavra de Deus e forem armazenadas em um coração amoroso e devoto, alcançarão de maneira eficaz ao próximo.

A alma contrita é consolada pelas palavras de quem serve ao Senhor. O Senhor Jesus convida a todos, para ir até Ele e encontrar descanso e paz para a alma (Mateus 11:28-30).

Esboço de Jó 26:

26.1 – 4: O questionamento do Jó a Bildade

26.5 – 14: O poder e a sabedoria de Deus 

 

Jó 26.1 – 4: O questionamento do Jó a Bildade

1 Então Jó respondeu:

2 ” Grande foi a ajuda que você deu ao desvalido! Que socorro você prestou ao braço frágil!

3 Belo conselho você ofereceu a quem não é sábio, e que grande sabedoria você revelou!

4 Quem o ajudou a proferir essas palavras, e por meio de que espírito você falou?

Jó 26.5 – 14: O poder e a sabedoria de Deus

5 Os mortos estão em grande angústia sob as águas, e com eles sofrem os que nelas vivem.

6 Nu está o Sheol diante de Deus, e nada encobre a Destruição.

7 Ele estende os céus do norte sobre o espaço vazio; suspende a terra sobre o nada.

8 Envolve as águas em suas nuvens, e estas não se rompem sob o peso delas.

9 Ele cobre a face da lua cheia estendendo sobre ela as suas nuvens.

10 Traça o horizonte sobre a superfície das águas para servir de limite entre a luz e as trevas.

11 As colunas dos céus estremecem e ficam perplexas diante da sua repreensão.

12 Com seu poder agitou violentamente o mar; com sua sabedoria despedaçou o Monstro dos Mares.

13 Com seu sopro os céus ficaram límpidos; sua mão feriu a serpente arisca.

14 E isso tudo é apenas a borda de suas obras! Um suave sussurro é o que ouvimos dele. Mas quem poderá compreender o trovão do seu poder?

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