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Judas 1 Estudo: Falsos Mestres e o Pecado

Em Judas 1, o apóstolo Judas começa falando acerca do juízo iminente de Deus sobre os pecadores. O comportamento de libertinagem trará sobre eles justa condenação.

Ele cita o exemplo dos anjos que pecaram e dos egípcios que oprimiam os israelitas. Eles entraram pelo caminho de Caim e Balaão, forma apanhados pela cobiça. Estes acontecimentos são o cumprimento das profecias anunciadas por santos homens de Deus, por isso Judas adverte aos irmãos que permaneçam no amor de Deus e na misericórdia de Jesus Cristo.

Esboço de Judas 1:

Judas 1.1,2: Saudação

Judas 1.3 – 9: O juízo de Deus e os pecadores

Judas 1.10 – 13: O exemplo de Caim e Balaão

Judas 1.14 – 19: O cumprimento das profecias

Judas 1.20 – 25: Conselhos aos santos

 

Boas Leis, Bons Costumes

“Amados, embora estivesse muito ansioso por lhes escrever acerca da salvação que compartilhamos, senti que era necessário escrever-lhes insistindo que batalhassem pela fé uma vez por todas confiada aos santos. Pois certos homens, cuja condenação já estava sentenciada há muito tempo, infiltraram-se dissimuladamente no meio de vocês. Estes são ímpios, e transformam a graça de nosso Deus em libertinagem e negam Jesus Cristo, nosso único Soberano e Senhor”. (Judas 1.3,4)

O motivo que o autor tinha para escrever a esse respeito. Da forma que costumes maus acabam gerando boas leis, assim erros perigosos com frequência oferecem a oportunidade para a defesa adequada de verdades importantes.

Homens ímpios são os grandes inimigos da fé cristã e da paz da igreja. Aqueles que negam ou corrompem a fé e perturbam a paz, são aqui expressamente chamados de “…homens ímpios”.

Podemos ter verdade com paz (uma coisa muito desejada) se somente existirem (ministros ou cristãos em particular) em nossas igrejas ou congregações pessoas verdadeiramente piedosas – uma bênção bastante rara nesse lado do céu.

O Reflexo dos Ímpios

Homens ímpios levantam escrúpulos, provocam questionamentos, causam divisões, aumentam brechas, meramente para promover e favorecer seus próprios fins egoístas, ambiciosos e avarentos.

Essa tem sido a praga da igreja nos períodos históricos passados, e temo dizer que nenhum período está, ou estará, completamente livre desses homens e práticas enquanto existir o tempo.

Nada nos cortará da igreja a não ser aquilo que nos cortará de Cristo; a saber, infidelidade e impiedade reinantes. Devemos abominar o pensamento de estigmatizar grupos ou pessoas com esse caráter, principalmente ao fazê-lo sem prova alguma, ou, como ocorre com frequência, sem a menor sombra de prova.

Homens ímpios são aqueles que vivem sem Deus no mundo, que não tem respeito por Deus nem escrúpulo. Esses devem ser temidos, e, consequentemente, evitados, não somente aqueles que são perversos pelos pecados de comissão, mas também os que são ímpios pelos pecados de omissão.

Que, por exemplo, refreiam a oração diante de Deus, que não ousam reprovar um homem rico, quando é o seu dever fazê-lo, por medo de perder seu favor e as vantagens que eles prometem, que fazem a obra do SENHOR fraudulentamente etc.

Os piores homens são aqueles que “…convertem em dissolução a graça de Deus”, que têm coragem de pecar de maneira mais ousada porque a graça de Deus transbordou, e continua transbordando de maneira tão maravilhosa. (Henry, Matthew, Comentário de Atos a Apocalipse)

Sobre o autor | Website

Diego Nascimento é membro da Primeira Igreja Batista de João Pessoa, e estudante de Teologia. Seu amor por Jesus e pela Bíblia o inspirou a fundar esse site.

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