Lucas 12.1 – 5: Jesus Cristo nunca escondeu o seu desconforto com a hipocrisia. Ele nos orienta a tomar todo o cuidado possível para não acabarmos envolvidos em suas artimanhas.

Daí ele diz que “não há nada escondido que não venha a ser descoberto, ou oculto que não venha a ser conhecido”. É melhor sermos pessoas sinceras, transparentes.

Aquilo que as pessoas observarem em mim, deve ser o que eu realmente sou.

Lucas 12.6,7: Você já parou para pensar em quantos cabelos há na sua cabeça? Não? Pois eles estão todos contados. Por quem?

O nosso Pai. Ele é cuidadoso e atencioso. Seu amor infinito está constantemente nos surpreendendo.

Ou seja, se Ele tem o cuidado de contar os cabelos de sua cabeça, Ele vê sua lágrima e contempla suas preocupações.

Lucas 12.8 – 10: Vivemos em um mundo que deseja controlar a nossa fé em Jesus Cristo. Confessa-lo publicamente é pré-requisito para a salvação.

Esta confissão não se dá apenas em palavras. O comportamento, as escolhas, decisões, palavras ou seja a nossa vida deve ser uma confissão pública de quem Jesus é.

Lucas 12. 11 – 21: O Senhor nos ensina que não devemos viver preocupados com o ter. Daí ele conta a parábola do rico sem juízo.

Nela um homem passou a vida preocupado em ter cada vez mais bens e dinheiro. O que ocorreu é que teve uma morte repentina e em vida não construiu nada para Deus.

Precisamos sempre refletir sobre as nossas prioridades e quais são as nossas prioridades na vida. Que legado queremos deixar?

Pois bem, são perguntas fundamentais para uma vida plena com Deus!

Lucas 12.22 – 34: Jesus Cristo continua ensinando sobre o ter. De agora em diante ele fala sobre a ansiedade com as necessidades da vida. Temas como comida e roupa são abordados.

Daí o Senhor Jesus utiliza exemplos da natureza para nos mostrar que não há necessidade de vivermos de maneira tão ansiosa (Ver Estudo Bíblico Sobre a Ansiedade).

Lucas 12.35 – 40: A volta de Jesus Cristo é algo iminente. Precisamos estar preparados em todo tempo para o acontecimento deste maravilhoso evento. Ele chega a comparar com a vinda de um ladrão, algo que normalmente ninguém espera.

Lucas 12.41 – 48: Ainda falando sobre sua volta, Jesus Cristo conta a parábola do empregado fiel. Certo senhor deixou os servos sob a custódia de um administrador, com a esperança de que ele cuide de todos.

Seu dever é mantê-los alimentados e seguros. Digamos que o administrador considere que o Senhor está demorando demais e pare de desempenhar sua tarefa.

Jesus diz que o Senhor virá em uma hora que ele não espera e o punirá por causa do seu mau trabalho.

O exemplo é bem claro. Jesus Cristo espera que na sua volta todos nós estejamos prontos, servindo bem. Deve haver em nós uma expectativa viva e constante.

Lucas 12.49 – 53: Crer em Jesus Cristo têm muitas consequências e uma delas é a divisão. Há vários casos de cristãos que perderam direitos familiares, foram excluídos, marginalizados de seu convívio por causa de sua fé em Jesus Cristo.

Jesus não esconde esta possibilidade. Isto ocorre para que ninguém se desiluda achando que tudo será “flores” na caminhada cristã.

Lucas 12.54 – 56: Jesus Cristo dá um destaque a nossa racionalidade. Ele diz que assim como somos capazes de perceber quando vai chover ou “fazer sol”, devemos também ser capazes de perceber os sinais do fim.

Dessa forma, devemos nos preparar, não ficar dispersos. Pois a partir dos sinais nos posicionaremos diante da vontade de Deus.

Lucas 12.57 – 59: Jesus Cristo nos orienta a evitar a discórdia, a todo custo. Estando dentro de suas possibilidades mantenha a paz com todos.

Não seja uma pessoa promotora da discórdia, mas promotora da paz. Os efeitos dessa atitude promovem um ambiente de conciliação extremamente saudável e benéfico para todos. (Ver Lucas 11 Estudo)

 

Esboço de Lucas 12:

12.1 – 5: Cuidado com a hipocrisia

12.6,7: O cuidado de Deus

12.8 – 10: Confessando publicamente Jesus Cristo

12. 11 – 21: Parábola do rico sem juízo

12.22 – 34: A ansiosa solicitude da vida

12.35 – 40: A volta de Jesus Cristo

12.41 – 48: Parábola do empregado fiel

12.49 – 53: Jesus Cristo provoca divisão

12.54 – 56: Discernindo os tempos

12.57 – 59: O dever de reconciliação

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