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Lucas 13 Estudo: A Tragédia e o Pecado

Em Lucas 13 vemos que a mensagem de Jesus provoca rupturas profundas na humanidade caída e que mesmo tendo um pequeno começo o Reino de Deus se expandirá por toda a Terra e terá inúmeros súditos.
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Muitas pessoas acreditam que a principal razão de toda tragédia, é o pecado. Mas em Lucas 13.1 – 5  Jesus nos mostra que não é bem assim. Todos nós pecamos e não necessariamente toda tragédia em nossas vidas é decorrente disso.

O Senhor nos alerta a tomar conta de nossa própria vida e guardar os mandamentos de Sua Palavra.

Porque a pior tragédia que pode acontecer às nossas vidas é uma vida longe de Deus e uma morte sem arrependimento.

A Parábola da Figueira Estéril

Jesus conta o exemplo de um homem, dono de terras que esperou por três anos que uma figueira desse fruto, mas ela não deu (Lucas 13.6 – 9).

Isto fez com que ele decretasse que ela fosse cortada.

O servo que cuidava dela pediu um pouco mais de paciência. Foi quando o dono da terra disse: “Se der fruto no ano que vem, muito bem! Se não, corte-a”.

O princípio é que na condição de cristãos precisamos ser frutíferos em todo o tempo, pois o Senhor Deus não tolera a infertilidade por nossa parte.

A cura de uma enferma

Estando na sinagoga em um sábado, Jesus sente compaixão por uma mulher encurvada e a cura (Lucas 13.10 – 17).

A atitude dele deixa os fariseus muito irritados, pois diziam: “Há seis dias em que se deve trabalhar. Venham para ser curados nesses dias, e não no sábado”.

Isso deixa o Senhor profundamente indignado.

Daí ele diz: “Hipócritas! Cada um de vocês não desamarra no sábado o seu boi ou jumento do estábulo e o leva dali para dar-lhe água?”.

Fica claro que para eles cuidar de animais no sábado era lícito, mas cuidar de seres humanos é ilícito.

Essa hipocrisia sempre deixava Jesus irritado, e deve nos deixar também.

Eles não entenderam o princípio do sábado e deturparam a Lei de Deus.

A Parábola do Grão de Mostarda e o Fermento

Embora o início do Reino de Deus tenha um início humilde e pequeno ele cresceria e alcançaria todo o mundo, o Senhor Jesus o descreve como um grão de mostarda e ao fermento (Lucas 13.18-21).

Quando observamos a História da Igreja, vemos que isso é confirmado inúmeras vezes.

E mesmo passando por inúmeras dificuldades, a Igreja de Jesus continua florescendo.

A porta estreita

Jesus nos ensina que na vida teremos de fazer escolhas (Lucas 13.22 – 30).

Sendo assim ele diz que as escolhas que levam ao Reino são as da porta estreita.

Ou seja, é um caminho mais difícil, árduo, doloroso. Contudo, ao final dele encontraremos descanso eterno em Deus.

Em contrapartida a porta larga, oferece opções mais fáceis.

Porém ao final dela o que nos aguarda é choro e ranger de dentes, que são a marca do agonizante sofrimento eterno.

O lamento sobre Jerusalém

Algumas pessoas vieram dizer a Jesus que Herodes queria matá-lo. A partir daí o Senhor levantou um lamento sobre Jerusalém (Lucas 13.31 – 35).

Sua maior dor é que ele já havia tentado de diversas formas cuidar dela e ajuntar seus filhos. Ele fez isso, ao longo dos anos enviando seus profetas. Mas eles mataram a todos.

Jesus sabia que inclusive Ele seria morto por suas mãos. Contudo, sua maior tristeza era saber que a redenção havia chegado e eles não percebiam.

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