Lucas 18.1 – 8: Para saber mais sobre a parábola do Juiz Iníquo leia: A Parábola do Juiz Iníquo – 5 Motivos Para Orar Sempre.
Lucas 18.9 – 14: Nesta parábola, Jesus Cristo nos ensina uma preciosa lição de humildade. Aqui ele ataca diretamente o sentimento de orgulho religioso dos fariseus.
Com uma oração arrogante, preconceituosa e legalista ele se dirige a Deus com uma oração que não pode jamais, tocar o coração de Deus.
Em contrapartida, o cobrador de impostos se dirige a Deus com humildade, humilhação. Ele não se considera digno de estar ali, orando a Deus.
A conclusão de Jesus Cristo é a de que o nosso relacionamento com Deus não pode ser baseado nos princípios dos fariseus.
O nosso comportamento deve ser como o do cobrador de impostos, humilde e arrependido.
Lucas 18.15 – 17: Para saber mais leia o estudo bíblico sobre: Jesus e as Crianças.
18.18 – 27: Este trecho bíblico nos mostra que não devemos colocar nada ou ninguém acima da importância de Deus em nossas vidas.
Quando Jesus orienta o jovem a deixar suas riquezas para trás, ele não consegue. Se torne um passo que impossível para ele devido ao seu amor pelas riquezas.
Lucas 18.28 – 30: Os apóstolos ficam intrigados pela resposta de Jesus ao jovem rico e Pedro lhe pregunta: “Nós deixamos tudo o que tínhamos para seguir-te!”.
A resposta do Senhor é que eles não deixarão de receber a devida recompensa ainda nesta Terra e na próxima a vida eterna.
Lucas 18.31 – 34: Jesus Cristo anuncia que sua próxima ida a Jerusalém será a última, nestes três anos de ministério. Ali ele será traído, torturado, crucificado e morto. Embora, tenha dito claramente os discípulos não o compreendem.
Lucas 18.35 – 43: Para saber mais leia o estudo bíblico sobre: O Cego de Jericó – A Fé Que Nunca Se Cala. (Ver Lucas 17 Estudo)
Esboço de Lucas 18:
18.1 – 8: Parábola do Juiz Iníquo
18.9 – 14: Parábola do fariseu e do cobrador de impostos
18.15 – 17: Jesus e as crianças
18.18 – 27: Jesus e o jovem rico
18.28 – 30: A recompensa de seguir a Jesus Cristo
18.31 – 34: Jesus fala sobre o seu sofrimento
18.35 – 43: Jesus cura o cego de Jericó
Lucas 18.1 – 8: Parábola do Juiz Iníquo
1 Então Jesus contou aos seus discípulos uma parábola, para mostrar-lhes que eles deviam orar sempre e nunca desanimar.
2 Ele disse: Em certa cidade havia um juiz que não temia a Deus nem se importava com os homens.
3 E havia naquela cidade uma viúva que se dirigia continuamente a ele, suplicando-lhe: “Faze-me justiça contra o meu adversário”.
4 Por algum tempo ele se recusou. Mas finalmente disse a si mesmo: “Embora eu não tema a Deus e nem me importe com os homens,
5 esta viúva está me aborrecendo; vou fazer-lhe justiça para que ela não venha mais me importunar”.
6 E o Senhor continuou: Ouçam o que diz o juiz injusto.
7 Acaso Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele dia e noite? Continuará fazendo-os esperar?
8 Eu lhes digo: Ele lhes fará justiça, e depressa. Contudo, quando o Filho do homem vier, encontrará fé na terra?
Lucas 18.9 – 14: Parábola do fariseu e do cobrador de impostos
9 A alguns que confiavam em sua própria justiça e desprezavam os outros, Jesus contou esta parábola:
10 Dois homens subiram ao templo para orar; um era fariseu e o outro, publicano.
11 O fariseu, em pé, orava no íntimo: “Deus, eu te agradeço porque não sou como os outros homens: ladrões, corruptos, adúlteros; nem mesmo como este publicano.
12 Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho”.
13 Mas o publicano ficou a distância. Ele nem ousava olhar para o céu, mas batendo no peito, dizia: “Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador”.
14 “Eu lhes digo que este homem, e não o outro, foi para casa justificado diante de Deus. Pois quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado”.
Lucas 18.15 – 17: Jesus e as crianças
15 O povo também estava trazendo criancinhas para que Jesus tocasse nelas. Ao verem isso, os discípulos repreendiam aqueles que as tinham trazido.
16 Mas Jesus chamou a si as crianças e disse: Deixem vir a mim as crianças e não as impeçam; pois o Reino de Deus pertence aos que são semelhantes a elas.
17 Digo-lhes a verdade: Quem não receber o Reino de Deus como uma criança, nunca entrará nele.
Lucas 18.18 – 27: Jesus e o jovem rico
18 Certo homem importante lhe perguntou: “Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?”
19 “Por que você me chama bom?”, respondeu Jesus. “Não há ninguém que seja bom, a não ser somente Deus.
20 Você conhece os mandamentos: “Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, honra teu pai e tua mãe”.
21 “A tudo isso tenho obedecido desde a adolescência”, disse ele.
22 Ao ouvir isso, disse-lhe Jesus: “Falta-lhe ainda uma coisa. Venda tudo o que você possui e dê o dinheiro aos pobres, e você terá um tesouro nos céus. Depois venha e siga-me”.
23 Ouvindo isso, ele ficou triste, porque era muito rico.
24 Vendo-o entristecido, Jesus disse: Como é difícil aos ricos entrar no Reino de Deus!
25 De fato, é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus.
26 Os que ouviram isso perguntaram: “Então, quem pode ser salvo?”
27 Jesus respondeu: “O que é impossível para os homens é possível para Deus”.
Lucas 18.28 – 30: A recompensa de seguir a Jesus Cristo
28 Pedro lhe disse: “Nós deixamos tudo o que tínhamos para seguir-te!”
29 Respondeu Jesus: Digo-lhes a verdade: Ninguém que tenha deixado casa, mulher, irmãos, pai ou filhos por causa do Reino de Deus
30 deixará de receber, na presente era, muitas vezes mais, e, na era futura, a vida eterna.
Lucas 18.31 – 34: Jesus fala sobre o seu sofrimento
31 Jesus chamou à parte os Doze e lhes disse: Estamos subindo para Jerusalém, e tudo o que está escrito pelos profetas acerca do Filho do homem se cumprirá.
32 Ele será entregue aos gentios que zombarão dele, o insultarão, cuspirão nele, o açoitarão e o matarão.
33 No terceiro dia ele ressuscitará.
34 Os discípulos não entenderam nada dessas coisas. O significado dessas palavras lhes estava oculto, e eles não sabiam do que ele estava falando.
Lucas 18.35 – 43: Jesus cura o cego de Jericó
35 Ao aproximar-se Jesus de Jericó, um homem cego estava sentado à beira do caminho, pedindo esmola.
36 Quando ouviu a multidão passando, ele perguntou o que estava acontecendo.
37 Disseram-lhe: “Jesus de Nazaré está passando”.
38 Então ele se pôs a gritar: “Jesus, filho de Davi, tem misericórdia de mim!”
39 Os que iam adiante o repreendiam para que ficasse quieto, mas ele gritava ainda mais: “Filho de Davi, tem misericórdia de mim!”
40 Jesus parou e ordenou que o homem lhe fosse trazido. Quando ele chegou perto, Jesus perguntou-lhe:
41 “O que você quer que eu lhe faça?” “Senhor, eu quero ver”, respondeu ele.
42 Jesus lhe disse: “Recupere a visão! A sua fé o curou”.
43 Imediatamente ele recuperou a visão, e seguia Jesus glorificando a Deus. Quando todo o povo viu isso, deu louvores a Deus.
Hey,
o que você achou deste conteúdo? Conte nos comentários.