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Lucas 3 Estudo: A Pregação de João Batista

O testemunho de João Batista, precursor do Senhor Jesus é fundamental para o ministério público de Jesus, e os motivos disso ficam muito claros em Lucas 3.
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Em Lucas 3.1–6 lemos que João Batista começou o seu ministério no deserto próximo ao Jordão. Ele era um profeta diferenciado, pois sua missão era preparar o coração do povo para o ministério de Jesus Cristo.

A pregação de João Batista confrontava o povo ao arrependimento, a mudança de atitude (Lucas 3.7-14).

Algo que acontecia de fato, eles sentindo o constrangimento da Palavra de Deus perguntavam a João Batista o que deviam fazer.

João Batista os instruía no caminho de santidade e os exortava a que dessem frutos dignos de arrependimento.

Lucas 3 e o testemunho de João Batista

O testemunho de João Batista era tão forte e carregado pelo poder de Deus, que as pessoas começaram a pensar que ele era o Cristo (Lucas 3.15-20).

Isto me surpreende muito, pois João Batista não fez nenhum milagre. Contudo, ele era o milagre. Ele era a voz profética.

João Batista diz que o Messias seria muito maior do que ele. Enquanto eu “Eu os batizo com água… Ele os batizará com o Espírito Santo e com fogo”, dizia João.

Certo dia enquanto João Batista, batizava no Jordão, Jesus Cristo chegou para ser batizado por ele (Lucas 3.21,22).

No entanto, quando ele foi batizado por João Batista, enquanto ainda orava o Espírito Santo desceu sobre ele e a voz de Deus Pai foi ouvida por todos dizendo: “Tu és o meu Filho amado; em ti me agrado”.

Lucas teria dado a genealogia de Maria, enquanto que Mateus fornece a de José. Essa explicação foi pela primeira vez proposta por Ánio de Viterbo, no ano de 1490, um erudito católico-romano (Lucas 3.23-38).

Essa explicação foi aceita por Lutero, e também por muitos protestantes desde então; porém, não é de modo geral favorecida nem pelos eruditos católicos-romanos e nem pelos eruditos protestantes atualmente. Quanto muito, não passa de uma conjectura, que pode ser verdadeira ou não. (CHAMPLIN, Russel pg 46, Comentário v.v Novo Testamento).

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