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Marcos 11 Estudo: Entrada Triunfal em Jerusalém

Marcos 11.1 – 10: Esta entrada de Jesus Cristo em Jerusalém marca o início da semana da sua crucificação. Aqui se inicia a contagem regressiva da maior demonstração de amor dada a humanidade.

É o momento em que Deus se fez homem, viveu entre nós, conheceu nossas dores e se entregou como sacrifício de expiação perfeito pelo nossos pecados.

Marcos 11.11 – 14: Muitos estudiosos fazem a interpretação simbólica desse milagre de Jesus. A aplicação prática e pessoal é a de que não podemos apenas ter aparência de cristãos.

As pessoas esperam que nós tenhamos frutos para alimentá-las. Elas querem vir até nós e encontrar a paz que o mundo não têm.

Nos nossos dias os cristãos são tão ansiosos ou estressados como qualquer pessoa. Não inspiram a presença de um Deus real e pessoal em suas vidas.

A estes está reservado o mesmo fim da figueira cheia de folhas. (Ver Estudo Sobre Intimidade com Deus e Compromisso com Deus)

Marcos 11.15 – 18: Durante a páscoa muitas pessoas vinham de todas as partes a Jerusalém para oferecer sacrifícios e ofertas agradáveis a Deus. Na ocasião muitas delas também entregavam o dízimo anual.

Devido a distância, a grande maioria trazia apenas o dinheiro, deixando para comprar no Templo o animal correspondente ao seu dízimo ou oferta.

Estes animais eram vendidos no Templo pelos cambistas que tinham acordo com os sacerdotes. Apenas os animais comprados a eles recebia a aprovação de “agradável ao Senhor”.

O que irritou o Senhor Jesus foi o fato de que eles estavam supervalorizando os animais. E completamente desinteressados com a vontade de Deus.

Marcos 11.19 – 24: Na manhã seguinte a que Jesus Cristo amaldiçoou a figueira, Pedro observou que ela estava completamente seca. Isso o impressiona, e ele vai falar com o Mestre.

A reposta de Jesus é que a convicta em Deus, é capaz de fazer qualquer coisa. A mensagem de Jesus é que qualquer um que creia sinceramente não considera nenhuma problema ou dificuldade impossível de resolver.

Nos dias de Jesus, havia uma expressão popular: “remover montanhas”. Era aplicada a problemas ou questões muito difíceis ou impossíveis de se resolver.

O ensino de Jesus Cristo é o de que até mesmo estes, para a não são nada.

Marcos 11.25,26: Jesus prossegue o seu ensino sobre a fé e aproveita para falar sobre a oração. Através dela devemos apresentar nossas necessidades com confiança a Deus.

A oração é um canal de conversa com Deus. É por meio dela que nos comunicamos com o nosso Pai. Sabendo disso, o Senhor Jesus nos exorta a durante a oração, liberar perdão.

Nossas orações não serão eficazes se tivermos problemas de relacionamento com outras pessoas. Isso ocorre porque o princípio do relacionamento perfeito com Deus é o amor ao próximo.

Marcos 11.1 – 10: A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém

1 Quando se aproximaram de Jerusalém e chegaram a Betfagé e Betânia, perto do monte das Oliveiras, Jesus enviou dois de seus discípulos,

2 dizendo-lhes: Vão ao povoado que está adiante de vocês; logo que entrarem, encontrarão um jumentinho amarrado, no qual ninguém jamais montou. Desamarrem-no e tragam-no aqui.

3 Se alguém lhes perguntar: “Por que vocês estão fazendo isso?”, digam-lhe: O Senhor precisa dele e logo o devolverá.

4 Eles foram e encontraram um jumentinho na rua, amarrado a um portão. Enquanto o desamarravam,

5 alguns dos que ali estavam lhes perguntaram: “O que vocês estão fazendo, desamarrando esse jumentinho?”

6 Os discípulos responderam como Jesus lhes tinha dito, e eles os deixaram ir.

7 Trouxeram o jumentinho a Jesus, puseram sobre ele os seus mantos; e Jesus montou.

8 Muitos estenderam seus mantos pelo caminho, outros espalharam ramos que haviam cortado nos campos.

9 Os que iam adiante dele e os que o seguiam gritavam: “Hosana!”“Bendito é o que vem em nome do Senhor!”

10 “Bendito é o Reino vindouro de nosso pai Davi!” “Hosana nas alturas!”

Marcos 11.11 – 14: Jesus amaldiçoa a figueira

11 Jesus entrou em Jerusalém e dirigiu-se ao templo. Observou tudo à sua volta e, como já era tarde, foi para Betânia com os Doze.

12 No dia seguinte, quando estavam saindo de Betânia, Jesus teve fome.

13 Vendo a distância uma figueira com folhas, foi ver se encontraria nela algum fruto. Aproximando-se dela, nada encontrou, a não ser folhas, porque não era tempo de figos.

14 Então lhe disse: “Ninguém mais coma de seu fruto”. E os seus discípulos ouviram-no dizer isso.

Marcos 11.15 – 18: Jesus expulsa os negociantes do Templo

15 Chegando a Jerusalém, Jesus entrou no templo e ali começou a expulsar os que estavam comprando e vendendo. Derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas

16 e não permitia que ninguém carregasse mercadorias pelo templo.

17 E os ensinava, dizendo: “Não está escrito: ““A minha casa será chamada casa de oração para todos os povos”? Mas vocês fizeram dela um “covil de ladrões””.

18 Os chefes dos sacerdotes e os mestres da lei ouviram essas palavras e começaram a procurar uma forma de matá-lo, pois o temiam, visto que toda a multidão estava maravilhada com o seu ensino.

Marcos 11.19 – 24: O poder da fé e a oração

19 Ao cair da tarde, eles saíram da cidade.

20 De manhã, ao passarem, viram a figueira seca desde as raízes.

21 Pedro, lembrando-se, disse a Jesus: “Mestre! Vê! A figueira que amaldiçoaste secou!”

22 Respondeu Jesus: Tenham fé em Deus.

23 Eu lhes asseguro que se alguém disser a este monte: “Levante-se e atire-se no mar”, e não duvidar em seu coração, mas crer que acontecerá o que diz, assim lhe será feito.

24 Portanto, eu lhes digo: Tudo o que vocês pedirem em oração, creiam que já o receberam, e assim lhes sucederá.

Marcos 11.25,26: Jesus ensina sobre o perdão

25 E quando estiverem orando, se tiverem alguma coisa contra alguém, perdoem-no, para que também o Pai celestial lhes perdoe os seus pecados.

26 Mas se vocês não perdoarem, também o seu Pai que está nos céus não perdoará os seus pecados.

Marcos 11.27 – 33: Líderes religiosos questionam a autoridade de Jesus

27 Chegaram novamente a Jerusalém e, quando Jesus estava passando pelo templo, aproximaram-se dele os chefes dos sacerdotes, os mestres da lei e os líderes religiosos e lhe perguntaram:

28 “Com que autoridade estás fazendo estas coisas? Quem te deu autoridade para fazê-las?”

29 Respondeu Jesus: Eu lhes farei uma pergunta. Respondam-me, e eu lhes direi com que autoridade estou fazendo estas coisas.

30 O batismo de João era do céu ou dos homens? Digam-me!

31 Eles discutiam entre si, dizendo: Se dissermos: Dos céus, ele perguntará: “Então por que vocês não creram nele?”

32 Mas se dissermos: Dos homens… Eles temiam o povo, pois todos realmente consideravam João um profeta.

33 Eles responderam a Jesus: “Não sabemos”. Disse então Jesus: “Tampouco lhes direi com que autoridade estou fazendo estas coisas”.

Sobre o autor | Website

Diego Nascimento é membro da Primeira Igreja Batista de João Pessoa, estudante de Teologia e Administração. Seu amor por Jesus o inspirou a fundar esse site.

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