Bíblia de Estudo Online Diego Nascimento

Marcos 6 Estudo: A Morte de João Batista

Em Marcos 6, o grande destaque do início é a admiração das pessoas com a sabedoria de Jesus. Especialmente daqueles que sabiam quem ele era: seus vizinhos, as pessoas que conheciam sua família e o viram crescer.

Em razão disso, de o conhecerem, saberem quem ele era, não acreditaram em sua missão. Jesus então faz uma alerta, para o perigo da incredulidade.

Jesus Cristo se reúne a sós com os Doze e lhes concede poder e autoridade sobre doenças e demônios. Além disso, lhes dá muitas instruções sobre como desenvolver com eficácia a missão.

Com a expansão do seu ministério, Jesus Cristo começa a chamar a atenção das autoridades. Um deles é Herodes, responsável pela morte de João Batista.  Ele teme que Jesus seja João Batista ressuscitado que voltou para atormentá-lo.

Uma das grandes marcas do ministério de Jesus Cristo é o seu amor pelas pessoas. Quando ele observava as necessidades das multidões a compaixão dele falava mais alto.

Por isso, após alguns dias de ensino com as multidões elas sentiram fome. Os discípulos o orientaram a mandá-los embora, Jesus contudo, não concordou e operou o milagre da primeira multiplicação de pães e peixes.

Após isso há uma relato detalhado sobre o fascinante episódio de Jesus Cristo andando sobre as águas.

Marcos encerra falando mais uma vez sobre o poder de Jesus. Todas as pessoas que o tocavam ficavam curados. Não apenas um, ou alguns. Mas todos!

Esboço de Marcos 6:

Marcos 6.1 – 3: A sabedoria de Jesus Cristo causa admiração

Marcos 6.4 – 6: O perigo da incredulidade

Marcos 6.7 – 13: Jesus dá autoridade aos Doze

Marcos 6.14 – 16: A curiosidade de Herodes acerca de Jesus

Marcos 6.17 – 24: A trama de Herodias

Marcos 6.25 – 29: A morte de João Batista

Marcos 6.30 – 34: Jesus têm compaixão da multidão

Marcos 6.35 – 44: A primeira multiplicação de pães e peixes

Marcos 6.45 – 52: Jesus anda sobre as águas

Marcos 6.53 – 56: Jesus cura a todos os que o tocam

 

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“Imediatamente a jovem apressou-se em apresentar-se ao rei com o pedido: “Desejo que me dês agora mesmo a cabeça de João Batista num prato”. O rei ficou muito aflito, mas por causa do seu juramento e dos convidados, não quis negar o pedido à jovem. Assim enviou imediatamente um carrasco com ordens para trazer a cabeça de João. O homem foi, decapitou João na prisão e trouxe sua cabeça num prato. Ele a entregou à jovem, e esta a deu à sua mãe”. (Marcos 6:25-28)

Herodes ouviu falar de Jesus e da sua fama, do que ele dizia, e o que ele fazia. Herodes disse, em outras palavras: Certamente é João Batista (v. 14). Tão certo como nós estarmos aqui, “este é João, que mandei degolar” (v.16). Ele “ressuscitou dos mortos”.

“E embora ele não tenha realizado nenhum milagre quando esteve entre nós, depois de ter sido levado por algum tempo para o outro mundo, ele voltou, com um poder maior, e “por isso estas maravilhas operam nele”.

Considere que onde há uma fé ociosa, normalmente existe uma fantasia em ação. O povo dizia: É um profeta ressuscitado dos mortos. Herodes dizia: É João Batista ressuscitado dos mortos.

Com isso, parece que a ressurreição de um profeta para realizar maravilhas, era algo esperado, que não era considerado nem impossível nem improvável, e então se suspeitava muito disso, embora não fosse verdade.

Mas, posteriormente, quando era verdade, e dizia respeito a Jesus Cristo, e era uma verdade inegavelmente evidenciada, ainda assim foi obstinadamente negada.

Aqueles que mais voluntariamente deixam de crer na verdade, normalmente são os que mais acreditam nos enganos e nas fantasias.

Grande Frustração

Aqueles que lutam contra a causa de Deus ficarão frustrados, mesmo quando se considerarem vencedores; eles não podem vencer, pois a palavra do Senhor permanece para sempre.

Aqueles que se alegrarão quando as testemunhas forem assassinadas, se aterrorizarão com a mesma intensidade quando depois de três dias e meio elas ressuscitarem (Apocalipse 11.10,11). O pecador impenitente e obstinado “que escapar da espada de Jeú, matá-lo-á Eliseu” (1 Rs 19.17).

Pesou Na Consciência

Uma consciência culpada não precisa de acusador, nem de torturador, exceto ela mesma, Herodes acusa a si mesmo pelo assassinato de João Batista, algo de que talvez ninguém mais ousasse acusá-lo: “Eu o mandei degolar”; e o terror dessa lembrança o levou a imaginar que Jesus fosse João Batista ressuscitado.

Ele temeu João Batista, enquanto o profeta estava vivo, e agora, quando pensava ter se livrado dele, o teme dez vezes mais, quando ele está morto.

Uma pessoa pode ser assombrada por fantasmas e pensamentos horríveis, assim como pelos horrores de uma consciência acusadora; portanto, aqueles que desejam manter uma paz imperturbável, devem manter “uma consciência sem ofensa” (Atos 24.16).

Poderá haver terrores de forte condenação onde não existir a verdade de uma conversão salvadora. Herodes, que tinha essas noções a respeito de Cristo, posteriormente tentou matá-lo (Lucas 13.31), e o desprezou (Lucas 23.11).

De modo que ele não seria persuadido, nem mesmo por alguém que tivesse ressuscitado dos mortos; nem mesmo por João Batista ressuscitado dos mortos. (Henry, Matthew, Comentário dos Evangelhos)

Sobre o autor | Website

Diego Nascimento é membro da Primeira Igreja Batista de João Pessoa, e estudante de Teologia. Seu amor por Jesus e pela Bíblia o inspirou a fundar esse site.

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