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Mateus 1 Estudo: Genealogia e Nascimento de Jesus

Em Mateus 1 o evangelho segundo Mateus, começa apresentando a genealogia de Jesus Cristo, a partir de Abraão passando pelo rei Davi e finalizando em José, o pai terreno de Jesus.

Como todos os seres humanos, o Senhor Jesus teve muita gente em sua árvore genealógica que não era das melhores. Foram catorze gerações desde Abraão ou seja é muita história e bastante “ovelha negra”. 

Isso apenas reforça a humanidade dele. Jesus é gente como a gente. Teve que enfrentar os conflitos familiares, tal como nós.

De fato sua vida é uma inspiração, também neste sentido. Jesus Cristo não pediu ao pai que excluísse da lista pessoas de reputação duvidosa, ou aqueles que cometeram erros.

Pessoas como Raabe, Roboão e Manassés certamente não deveriam ser mencionada aqui, mas ele não as excluí. Ou seja, servimos a um Deus que não se envergonha de nós. Não se envergonha de nos chamar de irmãos.

O ponto mais intrigante desta história é com certeza o nascimento de JesusCertamente até este ponto o Espírito Santo já havia feito muita coisa, mas virgem ficar grávida por sua atuação, não! Esta era com certeza uma grande novidade.

Chocante também foi a atitude de Maria, ela se colocou à disposição dele para que fosse feito conforme ele achasse melhor. FANTÁSTICO!

Que haja em nós essa mesma disposição e fé. Deus é extremamente criativo e está a procura de pessoas dispostas e com coragem para vivenciar seus planos e projetos mais diversos.

A minha oração é para que o Espírito Santo encontre em nós, a mesma disposição que ele encontrou em Maria, a de deixar ele a vontade para trabalhar.

Esboço de Mateus 1:

Mateus 1.1 – 17: A genealogia de Jesus Cristo 

Mateus 1.18 – 25: O Nascimento de Jesus

 

Qual a Utilidade da Genealogia de Jesus?

“Registro da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão…” (Mateus 1:1)

A principal intenção dela. Não é uma genealogia sem fim ou desnecessária; não é presunçosa como são geralmente as dos grandes homens. Deviam ser usadas como evidência, para comprovar um título e apoiar uma alegação.

O objetivo aqui é provar que o nosso Senhor Jesus Cristo é o filho de Davi e o filho de Abraão, e, portanto, daquela nação e daquela família através da qual o Messias estava para surgir.

Abraão e Davi eram, em seus dias, os grandes depositários da promessa relativa ao Messias. A promessa da bênção foi feita a Abraão e à sua semente, e a do poder, a Davi e à sua semente.

E aqueles que teriam um envolvimento com Cristo, como o filho de Abraão, em quem serão abençoadas todas as famílias da terra, deveriam ser fiéis e leais súditos dele como o filho de Davi, por quem serão governadas todas as famílias da terra.

Promessas Cumprida

Foi prometido a Abraão e a Davi que Cristo descenderia deles (Gênesis 12.3; 22.18; 2 Samuel 7.12; SaImos 89.3ss.; 132.11); consequentemente, a menos que possa ser provado que Jesus é um filho de Davi, e um filho de Abraão, não podemos aceitar que Ele seja o Messias.

Agora isso está provado aqui através dos registros autênticos do ofício da aristocracia. Os judeus eram muito precisos em manter a sua genealogia, e havia prudência nisso, pois assim podiam esclarecer a linhagem do Messias a partir dos patriarcas.

E desde a sua vinda essa nação está tão dispersa e confusa que existe uma questão sobre se qualquer pessoa no mundo pode legalmente provar que é um filho de Abraão.

De qualquer maneira, é certo que ninguém pode provar que é um filho de Abraão ou de Davi; desse modo, o ofício de sacerdote e de rei deve ser abandonado, como perdido para sempre, ou ser colocado nas mãos de nosso Senhor Jesus.  (Henry, Matthew, Comentário dos Evangelhos)

Sobre o autor | Website

Diego Nascimento é membro da Primeira Igreja Batista de João Pessoa, e estudante de Teologia. Seu amor por Jesus e pela Bíblia o inspirou a fundar esse site.

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2 Comentários

  1. maria oliveira pires disse:

    Diego existia alguma lei que dava garantia esse compromisso de casamento ou noivado se é assim que se diz para ser tão sério como era na época?

    • Sim Maria, existia. Naqueles dias a tradição judaica considerava o noivado uma cerimônia tão importante quanto o casamento. Ele só poderia ser desfeito caso um dos noivos pecasse. Nesse caso, o que pecou teria que ressarcir aquele que foi prejudicado. E dependendo do pecado poderia ser condenado a morte.

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