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Mateus 27 Estudo: O Remorso de Judas

Em Mateus 27 chegamos ao penúltimo capítulo do livro, onde vemos os relatos das primeiras horas da "sexta-feira da Paixão", como é comumente conhecida. Um dia que mudaria por completo a história da humanidade. Nos versículos deste capítulo vamos estudar os eventos finais antes da crucificação do Senhor Jesus, com uma impressionante descrição das cenas.
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Ao perceber o erro que havia cometido, Judas Iscariotes foi tomado de um remorso horrível. Isto o levou a querer devolver o dinheiro aos líderes religiosos com a intenção de interromper o andamento do plano (Mateus 27.1 – 10).

Porém, o que ele recebeu foi a zombaria e a indiferença de homens invejosos, gananciosos e hipócritas. Isso o magoou profundamente e tomado de angústia ele procurou enforcar-se.

Embora Judas Iscariotes tenha mostrado arrependimento ele não foi até Jesus para pedir-lhe perdão, como Pedro que o negou três vezes. Ele se deixou sucumbir pela amargura, isso mostra que embora tenha passado tanto tempo com Jesus, não compreendeu o seu caráter.

Na presença de Pilatos

Jesus é levado a presença de Pilatos, o governador da Judéia para ser interrogado por seus crimes (Mateus 27.11–14).

A atitude de Jesus foi permanecer em silêncio durante boa parte do interrogatório. E Pilatos percebeu que Jesus estava ali por causa da inveja dos líderes religiosos. (Ver Estudo Completo Sobre a Crucificação de Jesus Cristo)

A multidão prefere libertar um terrorista culpado e condenar a Jesus. Um homem santo e que tanto edificou suas vidas. Isso nos mostra o quanto somos incoerentes e influenciados pelo mal. Oportunistas, parciais, injustos. A natureza humana é absolutamente corrupta.

Após lavar a mãos diante da vontade do povo, Pilatos condena o Filho de Deus a crucificação e ordena que Barrabás seja solto.

Mateus 27 e o remorso de Judas

Quando Judas Iscariotes percebeu o resultado das deliberações, encheu-se de remorso e voltou aos oficiais.

Ele não imaginou isso como o resultado de sua traição, mas o que ele esperava realizar não é mencionado no texto bíblico.

Ele sabia que havia traído sangue inocente, pois admitiu que Jesus não era digno de morte. Os líderes religiosos foram antipáticos, apontando que esse era o problema dele, não deles.

Judas decidiu que precisava se livrar do dinheiro que recebera por trair o Senhor. O dinheiro era aparentemente um lembrete contínuo de sua ação e o convencia de seu pecado.

Ele foi ao templo e jogou o dinheiro aos pés deles. Ao contrário de Pedro, no entanto, o remorso de Judas não incluiu arrependimento, pois ele saiu do templo e se enforcou.

Dinheiro de sangue

O ato de Judas de jogar o dinheiro da traição no templo causou alguns problemas aos líderes religiosos. Eles achavam que o dinheiro não deveria ser colocado nos cofres do templo, pois era dinheiro de sangue, dinheiro pago para provocar a morte de um homem.

Eles decidiram pegar o dinheiro e comprar um terreno para enterrar os estrangeiros. A área que era um campo de oleiro, um lugar onde os oleiros cavavam para obter argila, ficou conhecido como Campo de Sangue (Mateus 27.8).

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