Bíblia de Estudo Online Diego Nascimento

Provérbios 17 Estudo: A Falsidade e Opressão Reprovadas

As palavras de Provérbios 17 recomendam o amor familiar e a paz, como conduzindo para a consolação da vida humana. Os que vivem em união e tranquilidade, não somente livres de ciúmes e animosidades, mas competindo em atos mútuos de ternura e gentileza uns para com os outros, vivem de maneira muito confortável.

Ainda que sejam humildes no mundo, trabalhem arduamente e ganhem pouco, ainda que tenham apenas um pouco de comida para cada um, um bocado seco.

Pode haver paz e quietude onde não há três refeições por dia, desde que haja uma satisfação comum na providência de Deus e uma mútua satisfação na prudência, uns dos outros. O santo amor pode ser encontrado em uma cabana.

Os que vivem em contendas, que estão sempre vociferando e discutindo, e criticando, uns aos outros, ainda que tenham abundância de manjares, uma casa cheia de sacrifícios, vivem desconfortavelmente.

Eles não podem esperar a bênção de Deus sobre eles e sobre o que têm, nem podem ter qualquer verdadeiro prazer em suas realizações, e muito menos paz em suas próprias consciências.

O amor dará um doce sabor a um bocado seco, mas a contenda tornará amarga uma casa cheia de sacrifícios. Um pouco da levedura da maldade azeda todos os prazeres. (Henry, Matthew, Comentário dos Livros Poéticos)

Esboço de Provérbios 17:

Provérbios 17.1 – 5: A falsidade e opressão reprovadas

Provérbios 17.6 – 11: Verdades sábias

Provérbios 17.12 – 16: Declarações importantes

Provérbios 17.17 – 19: A amizade fiel

Provérbios 17.20 – 28: A tolice e a iniquidade 

 

Provérbios 17.1 – 5: A falsidade e opressão reprovadas

1 Melhor é um pedaço de pão seco com paz e tranquilidade do que uma casa onde há banquetes, e muitas brigas.

2 O servo sábio dominará sobre o filho de conduta vergonhosa, e participará da herança como um dos irmãos.

3 O crisol é para a prata e o forno é para o ouro, mas o Senhor prova o coração.

4 O ímpio dá atenção aos lábios maus; o mentiroso dá ouvidos à língua destruidora.

5 Quem zomba dos pobres mostra desprezo pelo Criador deles; quem se alegra com a desgraça não ficará sem castigo.

Provérbios 17.6 – 11: Verdades sábias

6 Os filhos dos filhos são uma coroa para os idosos, e os pais são o orgulho dos seus filhos.

7 Os lábios arrogantes não ficam bem ao insensato; muito menos os lábios mentirosos ao governante!

8 O suborno é um recurso fascinante para aquele que o oferece; aonde quer que vá, ele tem sucesso.

9 Aquele que cobre uma ofensa promove amor, mas quem a lança em rosto e para bons amigos.

10 A repreensão faz marca mais profunda no homem de entendimento do que cem açoites no tolo.

11 O homem mau só pende para a rebeldia; por isso um oficial impiedoso será enviado contra ele.

Provérbios 17.12 – 16: Declarações importantes

12 Melhor é encontrar uma ursada qual roubaram os filhotes do que um tolo em sua insensatez.

13 Quem retribui o bem com o mal, jamais deixará de ter mal no seu lar.

14 Começar uma discussão é como abrir brecha num dique; por isso resolva a questão antes que surja a contenda.

15 Absolver o ímpio e condenar o justo são coisas que o Senhor odeia.

16 De que serve o dinheiro na mão do tolo, já que ele não quer obter sabedoria?

Provérbios 17.17 – 19: A amizade fiel

17 O amigo ama em todos os momentos; é um irmão na adversidade.

18 O homem sem juízo com um aperto de mãos se compromete e se torna fiador do seu próximo.

19 Quem ama a discussão ama o pecado; quem constrói portas altas está procurando a sua ruína.

Provérbios 17.20 – 28: A tolice e a iniquidade

20 O homem de coração perverso não prospera, e o de língua enganosa cai na desgraça.

21 O filho tolo só dá tristeza, e nenhuma alegria tem o pai do insensato.

22 O coração bem disposto é remédio eficiente, mas o espírito oprimido resseca os ossos.

23 O ímpio aceita às escondidas o suborno para desviar o curso da justiça.

24 O homem de discernimento mantém a sabedoria em vista, mas os olhos do tolo vagueiam até os confins da terra.

25 O filho tolo é a tristeza do seu pai e a amargura daquela que o deu à luz.

26 Não é bom castigar o inocente, nem açoitar quem merece ser honrado.

27 Quem tem conhecimento é comedido no falar, e quem tem entendimento é de espírito sereno.

28 Até o insensato passará por sábio, se ficar quieto, e, se contiver a língua, parecerá que tem discernimento.

Sobre o autor | Website

Diego Nascimento é membro da Primeira Igreja Batista de João Pessoa, e estudante de Teologia. Seu amor por Jesus e pela Bíblia o inspirou a fundar esse site.

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