Bíblia de Estudo Online Diego Nascimento

Romanos 12 Estudo: O Corpo de Cristo e os Dons

Em Romanos 12, Paulo começa nos ensinando sobre a vontade de Deus. Ele nos mostra que para viver o melhor de Deus nós precisamos romper com o pecado e apresentar a nossa vida como um sacrifício agradável a Deus.

No cristianismo não existem estrelas, somos todos parte do corpo de Jesus Cristo. Isto significa que cada um e nós possui função especifica dentro do Reino de Deus.

Os nossos dons espirituais devem ser utilizados para o crescimento da igreja e para fortalecer a comunhão entre os irmãos, e isso é muito agradável a Deus (Ver Romanos 11 Estudo).

 

Esboço de Romanos 12:

Romanos 12.1 – 3: A vontade de Deus

Romanos 12.4 – 9: O corpo de Cristo e os dons

Romanos 12.10 – 18: Trabalhando a comunhão entre os irmãos

Romanos 12.19 – 21: A vingança pertence a Deus

 

Nosso Dever Para Com Deus

Nós devemos primeiramente entregar nós mesmos ao Senhor (2 Coríntios 8.5). Isso é aqui inculcado como a fonte de todos os deveres e obediência (w. 1,2).

Homem consiste em corpo e alma (Gênesis 2.7; Eclesiastes 12.7). O corpo deve ser apresentado a Ele (v. 1). “o corpo é para o Senhor, e o Senhor para o corpo” (1 Coríntios 6.13,14).

A exortação é aqui introduzida de maneira muito enternecedora: “Rogo-vos, pois, irmãos”. Embora ele fosse um grande apóstolo, ele chama os cristãos mais simples de irmãos, um termo que denota afeição e cuidado.

Ele faz uma súplica; esse é o jeito do evangelho: “…como se Deus por nós rogasse” (2 Coríntios 5.20). Embora ele pudesse ordenar com autoridade, por causa do amor ele preferiu rogar (Filemom 8,9).

“O pobre fala com rogos” (Provérbios 18.23). Isso é para dar a entender a exortação, que pode vir com poder mais agradável.

Muitos são atingidos mais depressa se forem abordados gentilmente, são mais facilmente conduzidos do que empurrados.

O dever imposto, isto é apresentar o nosso “…corpo em sacrifício vivo”, aludindo aos sacrifícios do tempo da lei, que eram apresentados ou colocados diante de Deus no altar, prontos para serem oferecidos a Ele.

Vosso corpo, a vossa totalidade, assim expressa porque sob a lei os corpos dos animais eram oferecidos em sacrifício (1 Coríntios 6.20). Significa nosso corpo e espírito.

A oferenda era sacrificada pelo sacerdote, mas apresentada pelo ofertante, que transferia para Deus todos os seus direitos, título e interesse nela, impondo sua mão na cabeça do animal.

O sacrifício é considerado aqui qualquer coisa que é por ordem do próprio Deus dedicada a si mesmo (ver 1 Pedro 2.5).

Nós somos templo, sacerdócio e sacrifício, como Cristo foi em seu sacrifício singular.

Havia sacrifícios de expiação e sacrifícios de ação de graças.

Cristo, que de uma vez por todas foi oferecido para carregar os pecados de muitos, é o único sacrifício de expiação.

Mas nossa pessoa e desempenho, oferecidos para Deus através de Cristo, o nosso sacerdote, são como sacrifícios de ação de graças para a honra de Deus.

Apresentá-los denota um ato voluntário, feito em virtude daquele poder despótico e absoluto que a vontade tem sobre o corpo e todos os seus membros.

Deve ser uma oferta de livre e espontânea vontade. Vossos corpos: não vossos animais. Como aquelas ofertas da lei tinham o seu poder a partir de Cristo, também tiveram o seu ponto final em Cristo.

Apresentar os corpos a Deus não significa apenas evitar os pecados que são cometidos através de, e contra o corpo, mas usar o corpo como um servo da alma no serviço de Deus.

Devemos “…glorificar a Deus no nosso corpo” (1 Coríntios 6.20), ocupar o nosso corpo nos deveres da adoração imediata, atendendo diligentemente aos nossos chamados particulares, e estar dispostos a sofrer por Deus com o nosso corpo, quando chamados a isso.

Devemos entregar os membros do nosso corpo como instrumentos de justiça (capítulo 6.13).

Embora o exercício corporal seja apenas um pouco proveitoso, em seu lugar ele é uma prova e um resultado da dedicação de nossas almas a Deus.

Em primeiro lugar, apresente-o como um sacrifício vivo: não morto, como os sacrifícios que ocorriam sob a lei.

Um cristão faz de seu corpo um sacrifício a Deus, embora ele não o entregue para ser queimado.

Um corpo sinceramente devotado a Deus é um sacrifício vivo.

Um sacrifício vivo, como forma de alusão – um animal morto por si mesmo não podia ser comido e muito menos sacrificado (Deuteronômio 14.21).

Como forma de oposição: “O sacrifício devia ser morto, no entanto, você pode ser sacrificado e, mesmo assim, continuar a viver”, um sacrifício sem sangue.

Os bárbaros pagãos sacrificavam seus filhos a seus ídolos, não sacrifícios vivos, mas mortos. Mas Deus terá misericórdia e não exigirá tal sacrifício, embora a vida esteja entregue a Ele.

Um sacrifício vivo, isto é, inspirado com a vida espiritual da alma. E Cristo vivendo na alma pela fé que faz do corpo um sacrifício vivo (Gálatas 12.20).

O santo amor acende o fogo do sacrifício e coloca vida nos deveres (ver capítulos 6.13). Vivos, isto é, para Deus (capítulos 6.11).

Em segundo lugar, eles devem ser santos. Existe uma santidade relativa em cada sacrifício, quando dedicado a Deus.

Mas, além disso, deve haver aquela santidade verdadeira que consiste em uma inteira retidão de coração vida, pela qual somos conformados tanto à natureza quanto à vontade de Deus.

Sobre o autor | Website

Diego Nascimento é membro da Primeira Igreja Batista de João Pessoa, e estudante de Teologia. Seu amor por Jesus e pela Bíblia o inspirou a fundar esse site.

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