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Romanos 9 Estudo: A Palavra de Deus Não Falhou

Em Romanos 9, Paulo abre o seu coração e revela a sua tristeza em relação aos israelitas. A incredulidade deles em relação a Jesus Cristo os mantém longe do Deus vivo e das suas promessas.

Logo a promessa feita a Abraão é questionada. Será que ela falhou?

Paulo responde que não, porque a promessa é feita a judeus e gentios. Isso é parte da escolha e da soberania de Deus que não pode ser questionada, afinal Ele é o Senhor.

Dessa maneira achegar-se a Deus é algo que só pode ser alcançado pela fé. E isto está a disposição de judeus e gentios, não mais pela Lei (Ver Romanos 8 Estudo).

Romanos 9.1 – 5: A tristeza de Paulo pelos israelitas

1 Digo a verdade em Cristo, não minto; minha consciência o confirma no Espírito Santo:

2 tenho grande tristeza e constante angústia em meu coração.

3 Pois eu até desejaria ser amaldiçoado e separado de Cristo por amor de meus irmãos, os de minha raça,

4 o povo de Israel. Deles é a adoção de filhos; deles é a glória divina, as alianças, a concessão da Lei, a adoração no templo e as promessas.

5 Deles são os patriarcas, e a partir deles se traça a linhagem humana de Cristo, que é Deus acima de todos, bendito para sempre! Amém.

Romanos 9.6 – 13: A Palavra de Deus não falhou

6 Não pensemos que a palavra de Deus falhou. Pois nem todos os descendentes de Israel são Israel.

7 Nem por serem descendentes de Abraão passaram todos a ser filhos de Abraão. Ao contrário: “Por meio de Isaque a sua descendência será considerada”.

8 Noutras palavras, não são os filhos naturais que são filhos de Deus, mas os filhos da promessa é que são considerados descendência de Abraão.

9 Pois foi assim que a promessa foi feita: “No tempo devido virei novamente, e Sara terá um filho”.

10 E esse não foi o único caso; também os filhos de Rebeca tiveram um mesmo pai, nosso pai Isaque.

11 Todavia, antes que os gêmeos nascessem ou fizessem qualquer coisa boa ou má — a fim de que o propósito de Deus conforme a eleição permanecesse,

12 não por obras, mas por aquele que chama — foi dito a ela: “O mais velho servirá ao mais novo”.

13 Como está escrito: “Amei Jacó, mas rejeitei Esaú”.

Romanos 9.14 – 18: Deus não é injusto

14 E então, que diremos? Acaso Deus é injusto? De maneira nenhuma!

15 Pois ele diz a Moisés: “Terei misericórdia de quem eu quiser ter misericórdia e terei compaixão de quem eu quiser ter compaixão”.

16 Portanto, isso não depende do desejo ou do esforço humano, mas da misericórdia de Deus.

17 Pois a Escritura diz ao faraó: “Eu o levantei exatamente com este propósito: mostrar em você o meu poder, e para que o meu nome seja proclamado em toda a terra”.

18 Portanto, Deus tem misericórdia de quem ele quer, e endurece a quem ele quer.

Romanos 9.19 – 24: A vontade e o propósito de Deus

19 Mas algum de vocês me dirá: “Então, por que Deus ainda nos culpa? Pois, quem resiste à sua vontade?”

20 Mas quem é você, ó homem, para questionar a Deus? “Acaso aquilo que é formado pode dizer ao que o formou: “Por que me fizeste assim?””

21 O oleiro não tem direito de fazer do mesmo barro um vaso para fins nobres e outro para uso desonroso?

22 E se Deus, querendo mostrar a sua ira e tornar conhecido o seu poder, suportou com grande paciência os vasos de sua ira, preparados para a destruição?

23 Que dizer, se ele fez isto para tornar conhecidas as riquezas de sua glória aos vasos de sua misericórdia, que preparou de antemão para glória,

24 ou seja, a nós, a quem também chamou, não apenas dentre os judeus, mas também dentre os gentios?

Romanos 9.25 – 29: O povo de Deus

25 Como ele diz em Oséias: “Chamarei “meu povo” a quem não é meu povo; e chamarei “minha amada” a quem não é minha amada”,

26 e: “Acontecerá que, no mesmo lugar em que se lhes declarou: “Vocês não são meu povo”, eles serão chamados “filhos do Deus vivo””.

27 exclama com relação a Israel: Embora o número dos israelitas seja como a areia do mar, apenas o remanescente será salvo.

28 Pois o Senhor executará na terra a sua sentença, rápida e definitivamente.

29 Como anteriormente disse Isaías: “Se o Senhor dos Exércitos não nos tivesse deixado descendentes, já estaríamos como Sodoma, e semelhantes a Gomorra”.

Romanos 9.30 – 33: Gentios e judeus

30 Que diremos, então? Os gentios, que não buscavam justiça, a obtiveram, uma justiça que vem da fé;

31 mas Israel, que buscava uma lei que trouxesse justiça, não a alcançou.

32 Por que não? Porque não a buscava pela fé, mas como se fosse por obras. Eles tropeçaram na “pedra de tropeço”.

33 Como está escrito: “Eis que ponho em Sião uma pedra de tropeço e uma rocha que faz cair; e aquele que nela confia jamais será envergonhado”.

Sobre o autor | Website

Diego Nascimento é membro da Primeira Igreja Batista de João Pessoa, estudante de Teologia e Administração. Seu amor por Jesus o inspirou a fundar esse site.

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