No Salmos 79, o Salmista relata sua dor ao ver a ruína de Jerusalém e a profanação do Templo, tudo isso fruto da invasão dos inimigos do povo de Deus.

Ele fica atônito! Sua tristeza e dor são notáveis. A expressão: “devoraram Jacó, deixando em ruínas a sua terra”. Nos revela que o caos se espalhou. Há morte e destruição por todo lado.

O Salmista implora que Deus os livre desta situação. Uma de suas grandes motivações é a honra do próprio Deus. Pois de agora em diante os povos diriam: “Onde está o Deus deles?”

Devemos aprender que embora Deus não haja exatamente como nós esperamos, Ele continua sendo Soberano e Exaltado. O que o ser humano pensa ou não, a seu respeito, não altera em nada Sua glória.

Esboço de Salmos 79:

Salmos 79.1 – 5: Jerusalém em ruínas

Salmos 79.6 – 8: Devoraram Jacó

Salmos 79.9 – 13: “Onde está o Deus deles?”

 

Salmos 79.1 – 5: Jerusalém em ruínas

1 Ó Deus, as nações invadiram a tua herança, profanaram o teu santo templo, reduziram Jerusalém a ruínas.

2 Deram os cadáveres dos teus servos às aves do céu por alimento, a carne dos teus fiéis, aos animais selvagens.

3 Derramaram o sangue deles como água ao redor de Jerusalém, e não há ninguém para sepultá-los.

4 Somos objeto de zombaria para os nossos vizinhos, de riso e menosprezo para os que vivem ao nosso redor.

5 Até quando, Senhor? Ficarás irado para sempre? Arderá o teu ciúme como o fogo?

Salmos 79.6 – 8: Devoraram Jacó

6 Derrama a tua ira sobre as nações que não te reconhecem, sobre os reinos que não invocam o teu nome,

7 pois devoraram Jacó, deixando em ruínas a sua terra.

8 Não cobres de nós as maldades dos nossos antepassados; venha depressa ao nosso encontro a tua misericórdia, pois estamos totalmente desanimados!

Salmos 79.9 – 13: “Onde está o Deus deles?”

9 Ajuda-nos, ó Deus, nosso Salvador, para a glória do teu nome; livra-nos e perdoa os nossos pecados, por amor do teu nome.

10 Por que as nações haverão de dizer: “Onde está o Deus deles?” Diante dos nossos olhos, mostra às nações a tua vingança pelo sangue dos teus servos.

11 Cheguem à tua presença os gemidos dos prisioneiros. Pela força do teu braço preserva os condenados à morte.

12 Retribui sete vezes mais aos nossos vizinhos as afrontas com que te insultaram, Senhor!

13 Então nós, o teu povo, as ovelhas das tuas pastagens, para sempre te louvaremos; de geração em geração cantaremos os teus louvores.

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