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Bíblia de Estudo Online Diego Nascimento

Tiago 3 Estudo: O Poder da Língua e a Sabedoria

Em Tiago 3, há um ensino poderoso sobre a língua. As nossas palavras podem edificar sonhos fantásticos, assim como pode destruí-los.

Tiago nos ensina sobre o mundo de maldade e pecado que há escondido em um órgão tão pequeno, e sobre o nosso dever de dominá-lo. Não devemos usar a boca como fonte de bênção e maldição. Ela deve ser apenas, fonte de bênção. Uma fonte limpa!

Ele encerra Tiago 3, falando sobre a diferença entre a sabedoria terrena e a sabedoria do alto. Uma se comporta de maneira carnal, egoísta, insensata, destrutiva. A outra é muito superior! Pacífica, espiritual, amorosa e promotora da união.

Esboço de Tiago 3:

Tiago 3.1 – 6: A língua é um mundo de iniquidade

Tiago 3.7 – 12: Da boca procede a bênção e a maldição

Tiago 3.13 – 18: Sabedoria terrena e sabedoria do alto

 

A Língua é Perigosa

“Semelhantemente, a língua é um pequeno órgão do corpo, mas se vangloria de grandes coisas. Vejam como um grande bosque é incendiado por uma simples fagulha. Assim também, a língua é um fogo; é um mundo de iniquidade. Colocada entre os membros do nosso corpo, contamina a pessoa por inteiro, incendeia todo o curso de sua vida, sendo ela mesma incendiada pelo inferno. (Tiago 3:5,6)

Essas palavras não proíbem que façamos o que for possível para instruir e direcionar outros no caminho do seu dever ou para reprová-los no caminho cristão por aquilo que está faltando.

Mas não devemos simular falar e agir como os que são os líderes regulares, não devemos dar ordens uns aos outros, como que para tornar o nosso modo de sentir o padrão para testar os outros, porque Deus dá diversos dons aos homens, e espera de cada um de acordo com a medida de luz que Ele dá.

“Por isso, não sejam muitos de vocês mestres (ou professores, como dizem alguns); não se apresentem com ar de mestres, impostores e juízes, mas antes falem com humildade e espírito de aprendizes; não censurem uns aos outros, como se tudo tivesse de se submeter aos seus padrões”.

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O Perigo do Julgamento

Os que se levantam como juízes e censuradores receberão “…mais duro juízo”. Ao julgarmos os outros tornamos o nosso próprio julgamento tanto mais rigoroso e severo (Mateus 7.1,2).

Aqueles que são curiosos e espiam as faltas dos outros, e são arrogantes ao pronunciar qualquer censura sobre eles, podem esperar que Deus seja igualmente duro em notar o que eles dizem e o que lhes falta.

Outra razão contra assumirmos o papel de mestre é que somos todos pecadores: “Porque todos tropeçamos em muitas coisas” (Tiago 3.2). Devemos pensar mais nos nossos próprios erros e transgressões, devemos ser menos inclinados a julgar outras pessoas.

Enquanto somos severos contra o que consideramos ofensivo nos outros, não levamos em consideração o quanto há em nós que é com razão ofensivo a eles. Os que se justificam a si mesmos geralmente também se condenam a si mesmos.

Somos Culpados

Somos culpados diante de Deus; e os que se vangloriam sobre as fragilidades e debilidades de outros pouco imaginam quantas coisas são ofensivas neles mesmos.

E mais ainda, talvez o seu comportamento autoritário e sua língua crítica se mostrem piores do que quaisquer faltas que condenam nos outros. Devemos aprender a nos julgar severamente, mas também devemos ser generosos em julgar a outros. (Henry, Matthew, Comentário de Atos a Apocalipse)

Sobre o autor | Website

Diego Nascimento é membro da Primeira Igreja Batista de João Pessoa, e estudante de Teologia. Seu amor por Jesus e pela Bíblia o inspirou a fundar esse site.

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