marca_final-01

666 é o Número da Besta? (ESCLARECIDO)

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram

O número 666 se popularizou na história mundial por ser tratado pela bíblia sagrada como o número da besta. Mas será que o número da besta tem algo a mais a comunicar? Por quê 666?

Há muitas verdades, mistérios e mitos em torno do número da besta, também, não é para menos. O livro de Apocalipse, como um todo é muito difícil de ser interpretado pelas caracteríticas únicas do texto e das revelações.

Neste estudo, quero analisar algumas das princpiais verdades teólogicas que cercam o assunto e esclarecer alguns pontos que causam confusão. Para isso, é muito importante que você leia o estudo até o final e assista ao vídeo.

Tudo certo?

Então, “BORA!”

3 ASPECTOS Do 666 o Número da Besta

Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.

(Apocalipse 13:18)

1. É o número de um homem v.v 18

Uma interpretação comum aplica o número 666 ao nome do imperador Nero – uma interpretação que é favorecida por muitos estudiosos.

É evidente que o nome e o número de um homem no século 1° sejam de uma pessoa com um caráter de má reputação; assim o nome de Nero se qualificaria. Porém, quando os escritores começaram a identificar Nero com o número nessa passagem em particular? Não há nenhuma referência em qualquer ponto da História até a década de 1830, quando quatro estudiosos alemães propuseram o nome dele. (1)

2. 616?

Se tomarmos apenas as consoantes de César Nero em hebraico, chegamos ao número 616. Contudo, adicionando a letra n ao nome latino Nero, e deixando de lado o y (yodh hebraico, equivalente a i) da grafia hebraica qysr (kaisar, a forma grega da latina Caesar), o total é 666. O problema não reside tanto na adição da letra n, mas mais na ausência da letra y (yodh) em qysr (kaisar). O método se torna questionável quando letras são adicionadas e omitidas para se chegar a um número desejado. (2)

Além disso…

Terceiro, se a identificação de César Nero com 666 não é baseada em evidência sólida proveniente dos primeiros pais da igreja, mas de estudiosos do século 19, então pode-se considerar nomes de outros imperadores romanos. E outros imperadores foram sugeridos, cada um com títulos apropriados, incluindo Calígula, Vespasiano e Domiciano. (3)

3. Uma imitação do Diabo

João põe todo o capítulo na estrutura do simbolismo, então o leitor pode supor que o número no versículo 18 também deva ser entendido figuradamente. O número sete significa completude; o seis, incompletude. Satanás, o grande imitador, se esforça para alcançar a soma total de sete, mas nunca consegue e acaba com seis. Deus cumpriu sua obra de criação em sete dias (Gn 2.2)…

No Apocalipse, o número seis indica juízo: ao final do sexto selo, da sexta trombeta, da sexta taça. A obra de Satanás sempre resulta em fracasso. “O número da besta é 666, ou seja, fracasso sobre fracasso sobre fracasso.” (4)

Conclusão

O número da besta, o 666, é uma representação do engano, maldade e imitação do Diabo à obra de Deus. Além disso, o número caracteriza tudo o que o Diabo é: FRACASSADO!

Ao passo que o livro de Apocalipse nos mostra a evolução do triunfo do Cordeiro Jesus e da Igreja, vemos o declínio do império das trevas e seus amantes.

Os governos, instituições, personalidades e pessoas de todo o mundo, que conscientemente servem ao Anticristo, serão lançados no lago que arde com fogo e enxofre, assim com Satanás e seus demônios.

Leia Também:

O Livro de Apocalipse Ccomentado

Carta às Sete Igrejas

Apocalipse 13 e o número da Besta

Os 144 Mil e a Grande Multidão

Mais que um número, o 666 nos lembra que em breve Jesus voltará, arrebatará a Igreja e aniquilará todo o mal.

Referências:

1. Kistemaker, S. (2014). Apocalipse. (J. Hack, M. Hediger, & M. Lane, Trads.) (2a edição, p. 512–513). São Paulo, SP: Editora Cultura Cristã.

2. Kistemaker, S. (2014). Apocalipse. (J. Hack, M. Hediger, & M. Lane, Trads.) (2a edição, p. 513). São Paulo, SP: Editora Cultura Cristã.

3. Kistemaker, S. (2014). Apocalipse. (J. Hack, M. Hediger, & M. Lane, Trads.) (2a edição, p. 513). São Paulo, SP: Editora Cultura Cristã.

4. Kistemaker, S. (2014). Apocalipse. (J. Hack, M. Hediger, & M. Lane, Trads.) (2a edição, p. 514). São Paulo, SP: Editora Cultura Cristã.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here

Jesus e a Bíblia © 2020. Todos os direitos reservados.

});