Parábola da Figueira Estéril: É Preciso Frutificar!

Na Parábola da Figueira Estéril o Senhor Jesus nos ensina sobre a paciência de Deus e o dia do Juízo. Muitos cristãos estão vivendo sem prestar atenção as questões do Reino. Estão como os zumbis de The Walking Dead, vagando sem propósito.

Isso é muito perigoso!

O nosso Deus embora seja todo AMOR, é extremamente exigente e justo. Se não produzirmos frutos dignos de arrependimento, isto é, se não vivermos à altura dos mandamentos em obediência a sua Palavra, sendo sal e luz para este mundo, estamos perdidos.

No dia do juízo seremos envergonhados por não termos nossos nomes reconhecidos na família de Deus.

Neste estudo bíblico, minha intenção é estudar com você de maneira expositiva a parábola da figueira, procurando entender sua mensagem e lições.

Então aperte os cintos e BORA!

Parábola da Figueira Estéril: A Frustração

Então contou esta parábola: “Um homem tinha uma figueira plantada em sua vinha. Foi procurar fruto nela, e não achou nenhum. (Lucas 13:6)

Geralmente leva muito tempo para um figueira produzir fruto. Mas árvore especificamente havia sido plantada na vinha do proprietário, algo que fugia a regra, e isso normalmente significava que a árvore receberia mais atenção.

Ao final do prazo estabelecido, chegou o tempo em que era possível esperar fruto dessa árvore. Nessa espécie de árvore, o fruto não é visto a distância. Normalmente, ele fica escondido no meio das folhas, de modo que alguém precisa ir e procurá-lo.

Assim fez o dono da figueira, porém nada encontrou. No ano seguinte ele continuou procurando uma vez mais, contudo, nada de frutos. No terceiro ano, aconteceu o mesmo. Sem frutos.

Parábola da Figueira Estéril: Árvore Inútil

Por isso disse ao que cuidava da vinha: ‘Já faz três anos que venho procurar fruto nesta figueira e não acho. Corte-a! Por que deixá-la inutilizar a terra? ’ (Lucas 13:7)

Na Parábola da Figueira Estéril, Jesus nos mostra que à medida que o proprietário via, essa árvore, a considerava pior que inútil: ela não só, não produzia frutos como ocupava espaço que poderia ter melhor uso.

Além disso, com suas fortes raízes absorvia do solo os nutrientes e minerais que as outras plantas precisavam. Por isso a decisão do dono das terras foi: Corte-a!

Parábola da Figueira Estéril: Uma Nova Chance

“Respondeu o homem: ‘Senhor, deixe-a por mais um ano, e eu cavarei ao redor dela e a adubarei. Se der fruto no ano que vem, muito bem! Se não, corte-a’ ” (Lucas 13:8,9)

Neste ponto da parábola da figueira estéril, vemos que o viticultor ficou visivelmente perturbado com as palavras do servo. Ele percebeu que havia uma ligação especial entre eles, e a ordem para cortá-la evidenciou ainda mais isso.

O servo apresentou um plano de ação para o proprietário e disse com riqueza de detalhes o que faria. Todo seu ser se rebelava contra essa ideia.

Por isso pediu que lhe fosse permitido cavar a terra ao redor da árvore, e assim liberar o solo para que o sol e as nuvens pudessem realizar suas respectivas tarefas de forma mais eficaz em relação a essa árvore. Além disso, ele queria enriquecer o solo, espalhando adubo ao redor da árvore.

O homem chegou a emocionar-se, como transparece das palavras: “Então, se ela produzir fruto …” Nesse ponto é como se houvesse um pigarro em sua garganta, porque a sentença fica interrompida, como se ele não pudesse concluí-la. Finalmente surgiram de seus lábios umas poucas palavras mais: “porém, se não, podes cortá-la”.

Conclusão

Intencionalmente, o Senhor não diz se a figueira dessa parábola nunca havia dado fruto. A resposta fica com os ouvintes … e com os leitores. Que cada um forneça a resposta em sua própria vida, e que a resposta seja favorável!

A lição central já foi mencionada: Voltem para o Senhor sem demora! Uma vez que o papel do viticultor magnânimo é muito significativo, agora se pode adicionar uma verdade subsidiária: Deus é muito paciente.

Entretanto, sua paciência não dura para sempre. Um dia – somente Deus sabe quando esse dia chegará – a oportunidade de salvação será tirada. O procrastinador morrerá em seus pecados e se perderá para sempre.

Se a figueira, plantada em uma vinha, tem algum significado simbólico (e é provável que tenha – veja Mateus 21.18–22), provavelmente se refira ao Israel altamente privilegiado. Como nação ele não voltou para o Senhor.

Resultado?

Leia Lucas 20.16; 21.20–24.

O desafio apresentado a todos é claro:

“Busquem o Senhor enquanto se pode achá-lo; clamem por ele enquanto está perto. Que o ímpio abandone seu caminho, e o homem mau, os seus pensamentos. Volte-se ele para o Senhor, que terá misericórdia dele; volte-se para o nosso Deus, pois ele perdoará de bom grado. (Isaías 55:6,7)”.

Referências

Hendriksen, W. (2014). Lucas. (V. G. Martins, Trad.) (2a edição, Vol. 2, p. 209–211). São Paulo, SP: Editora Cultura Cristã.

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