Parábolas de Jesus

Parábola do Senhor e do Escravo: Como Devemos Servir a Deus?

A parábola do senhor e do escravo é uma exortação de Jesus Cristo aos cristãos sobre o serviço a Deus. Nessa parábola, Jesus usa o exemplo de um escravo de seus dias, para nos mostrar como devemos servir a Deus de forma dedicada e amorosa.

O Senhor Jesus Cristo não tem prazer em servos negligentes. Em servos que não amam seu Pai com dedicação. Algo que ele fez com maestria ímpar.

A vida de Jesus Cristo é uma verdadeira declaração de amor ao seu Pai, Deus. É obrigatório que nos dediquemos da mesma maneira.

Parábola do Senhor e do Escravo: Sempre Servindo

“Qual de vocês que, tendo um servo que esteja arando ou cuidando das ovelhas, lhe dirá, quando ele chegar do campo: ‘Venha agora e sente-se para comer’? (Lucas 17:7)

A palavra, servo vem do termo grego que significa escravo. Um termo bastante comum nos dias de Jesus Cristo. A sociedade de sua época estava profundamente acostumada a esse termo.

Isso acontecia porque a escravatura era algo comum naqueles dias. Homens dominavam outros homens. Tiravam suas identidades, seus desejos, sonhos, opiniões. Nada vindo de um escravo tinha valor. Seus serviços era a única coisa que interessava.

Não importava o quão duro havia sido o dia de trabalho do escravo, ao chegar em casa se seu senhor precisasse de seus serviços, ele deveria estar pronto.

Não havia espaço para reclamações. Não havia espaço para pedidos. Apenas as necessidades de seus senhores importavam.

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Parábola do Senhor e do Escravo: O Senhor é Mais Importante

Pelo contrário, não dirá: ‘Prepare o meu jantar, apronte-se e sirva-me enquanto como e bebo; depois disso você pode comer e beber’? (Lucas 17:8)

Na parábola do senhor e o escravo, o Senhor Jesus Cristo mostra que o senhor era o primeiro em tudo. O escravo não era nem secundário ao menos.

O escravo embora exausto deveria mostrar prontidão para servir seu senhor e aguardar enquanto ele saboreasse lentamente sua preciosa refeição.

Após, isso caso o senhor desejasse, o escravo deveria lhe lavar as mãos e o pés, para que seu senhor se sentisse confortável. Devemos lembrar que Jesus Cristo fez isso aos seus discípulos (Lucas 12.37).

A parábola do senhor e do escravo destaca a necessidade de uma submissão e fidelidade, absolutas ao senhor, criadas com base no reconhecimento do dever para com ele.

Parábola do Senhor e do Escravo: Sua Obrigação!

Será que ele agradecerá ao servo por ter feito o que lhe foi ordenado? (Lucas 17:9)

O escravo cumpria os seus deveres sem a menor expectativa de elogio ou reconhecimento. A expressão: “muito obrigado!”, jamais saía do lábios de seu senhor.

Naqueles dias um escravo era tão útil como qualquer outro animal doméstico, como o boi ou o cavalo.

O que o Senhor Jesus Cristo deseja destacar neste ponto, é o espírito de prontidão que deve haver nos crentes. Ele espera que a nossa atitude seja superior a de qualquer escravo, visto que temos um Senhor bom e generoso, o qual podemos chamar de Pai.

Um outro alerta de Jesus Cristo, nesta parábola é para os seus apóstolos. Por essa época eles já se perguntavam quem seria o maior no Reino do Céus, e qual dentre eles se assentaria a direita de Jesus (Mateus 19.19; Mateus 20.21).

Parábola do Senhor e do Escravo: Servos Inúteis

Assim também vocês, quando tiverem feito tudo o que lhes for ordenado, devem dizer: ‘Somos servos inúteis; apenas cumprimos o nosso dever’ “. (Lucas 17:10)

Uma última lição que o Senhor Jesus Cristo deseja dar na parábola do senhor e do escravo, é quanto aqueles que só servem a Deus por obrigação. São pessoas nas quais não há dedicação, amor, comprometimento.

Um bom exemplo dessa diferença é Caim e Abel. Passado algum tempo, Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor. Abel, por sua vez, trouxe as partes gordas das primeiras crias do seu rebanho. O Senhor aceitou com agrado Abel e sua oferta, mas não aceitou Caim e sua oferta. Por isso Caim se enfureceu e o seu rosto se transtornou. O Senhor disse a Caim: “Por que você está furioso? Por que se transtornou o seu rosto? Se você fizer o bem, não será aceito? Mas se não o fizer, saiba que o pecado o ameaça à porta; ele deseja conquistá-lo, mas você deve dominá-lo”. (Gênesis 4:3-7)

Caim não se preocupou em ver Deus feliz, ele queria apenas cumprir um ritual. Em contrapartida, Abel se preparou para ofertar. Ele trouxe o que havia de melhor no seu rebanho.

É esse tipo de atitude que o Senhor Deus espera de cada um de nós. Que haja em nós dedicação ao seu Reino, à sua obra, sem que haja no nosso coração ganância por elogios, fama, reconhecimento. Mas que seja tudo mesmo, para a glória de Deus.

Dentre tanto exemplos, eu cito João Batista. Ao ser questionado por seus discípulos sobre o crescimento do ministério de Jesus, sobre o que deveria acontecer, ele respondeu:

A noiva pertence ao noivo. O amigo que presta serviço ao noivo e que o atende e o ouve, enche-se de alegria quando ouve a voz do noivo. Esta é a minha alegria, que agora se completa. É necessário que ele cresça e que eu diminua. (João 3:29,30).

É necessário que todos nós diminuamos, e apenas ele cresça!

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Conclusão

Embora sejamos filhos de Deus por meio de Jesus Cristo e conheçamos o seu amor (Veja o estudo bíblico: Jesus me ama?), precisamos nos dedicar como servos ao nosso Deus e à sua obra, ao seu Reino.

Não podemos nos permitir ser negligentes. É necessário que haja em nós ardor e dedicação, para que o nome de Jesus Cristo seja glorificado.

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Sobre o autor | Website

Diego Nascimento é membro da Primeira Igreja Batista de João Pessoa, estudante de Teologia e Administração. Seu amor por Jesus o inspirou a fundar esse site.

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